Diário do Amapá - 11 e 12/01/2026

V Foto/ Freepik A deficiência de vitamina D é umproblema mais comumdo que se imagina e pode afetar pessoas de todas as idades. Apesar de estar associada principalmente à exposição insuficiente ao sol, a con- dição tambémpode ser influenciada por alimentação inadequada, uso de protetor solar em excesso, enve- lhecimento e algumas doenças. Muitas vezes silenciosa, a falta dessa vitamina essencial pode provocar uma série de sinais que merecem atenção. "A deficiência verdadeira só é confirmada com exame de sangue. Na prática clínica, costumo desconfiar quando a pessoa tem fatores de risco como pouca ex- posição solar, pele escura, obesidade, idade avançada, problemas de absorção in- testinal e uso de alguns medicamentos", diz. Muita gente com de- ficiência é assintomática, por isso o exame é tão importante. Segundo a especialista, quando os sintomas aparecem, os mais comuns são: - Cansaço e fadiga fora do habitual. - Fraqueza muscular e dor nos músculos. - Dor óssea, maior fragilidade dos ossos, os- teoporose e, em casos mais graves, raquitismo e osteomalácia. - Maior suscetibili- dade a infecções e alte- rações de humor, como queda de energia e sin- tomas depressivos. Se a pessoa for sau- dável, a médica diz que dá para repor a vitamina D somente com exposi- ção solar e alimentação. "Mas emquem já tem deficiência confirmada, fa- tores de risco importantes ou pouca possibilidade de pegar sol, na maioria das vezes é necessária suple- mentação orientada por médico, porque só sol e dieta costumam não dar conta", complementa. A maior parte da vitamina D vem do sol; a ali- mentação contribui com uma parte menor. Entre as principais fontes alimentares estão: - Peixes gordurosos de água fria, como salmão, sardinha, atum. - Óleo de f ígado de peixe. - Gema de ovo. - Leite integral e derivados, alguns leites e alimentos fortificados com vitamina D. ■ Deficiência de vitamina D: como identificar os principais sintomas VITAMINA ESSENCIAL “Na prática clínica, costumo desconfiar quando a pessoa tem fatores de risco como pouca exposição solar, pele escura, obesidade, idade avançada, problemas de absorção intestinal e uso de alguns medicamentos" Deficiência Trecho Do Texto O bombardeio dos Estados Unidos na Venezuela, no último sábado, atraiu a atenção do mundo para a captura do então líder político Nicolás Maduro pelo governoTrump. Ocenário é complexo, comacusações de violação de princípios do direito internacional e omedo de que ataques do tipo se repliquememoutros países. Mas risco de que o ato desencadeie uma nova GuerraMundial? Muito improvável. É o que aponta o coordenador do mestradoprofissional emGovernançaGlobal e Formulação de Políticas Internacionais da PUC-SP, Tomaz Paoliello, em entrevista ao Terra. Quando se fala em Guerra Mundial, é preciso que se trate de umconflitoque envolva todas as grandes potências. Hoje em dia, como aponta o especialista, são nações reco- nhecidas comesse alcance internacional os EstadosUnidos, a China e a Rússia – estando a China em ascensão e a Rússia em decadência, considerando o poder que o país já teve em séculos passados. E, para eles, a situação segue cô- moda. “A gente pode sempre considerar que existe uma possi- bilidade. Agora, eudiria que émuito improvável umconflito comessa característica de GuerraMundial. Pelo contrário, o que eu acho que tem transparecido na política externa do Donald Trump é um reconhecimento de um mundo dividido emesferas de influência, cada potência exercendo poder na sua esfera de influência. Me parece que nesse momento a Rússia e a China estão achando, na verdade, muito cômodo que os Estados Unidos estejamvendo o sis- tema internacional dessa maneira”, explica Tomaz. Nesse contexto, a América Latina aparece como um pedaço domundo que é da esfera de influência dos Estados Unidos. E para a Rússia e a China, até omomento, isso não está sendo motivo de nenhuma grande movimentação em contraponto – nem mesmo com relação ao petróleo, o grande trunfo buscado pelo governo Trump na Venezuela. A Rússia não precisa de importação de combustível ou petróleobruto, pelo contrário, ela é uma grande exportadora de petróleo, explica. Já a China, por mais que dependa muito da importação do petróleo, não é dependente da Venezuela como fonte. “A China compra, por exemplo, muito petróleo da Rússia, ainda mais agora que a Rússia está embargada por conta da guerra da Ucrânia. Nenhum desses países é de- pendente da Venezuela em termos de petróleo. Há outras fontes de petróleo no Oriente Médio e até mesmo na América Latina, inclusive o Brasil”, afirma o especialista, que não vê a Venezuela como motivo de briga entre as po- tências neste aspecto. ■ EXISTE RISCO DE UMA NOVA GUERRA MUNDIAL? ESPECIALISTA AVALIA CENÁRIOS APÓS ATAQUE DOS EUA NA VENEZUELA Empresário de Kaio Jorge detalha cláusula rescisória e nega gatilho em 2026 A renovação de Kaio Jorge com o Cruzeiro não altera o valor da multa rescisória do atacante até o fim do contrato, em 2030 — ao menos é o que garante seu staff. Pessoas ligadas ao artilheiro celeste esclareceram que o novo acordo mantém a cláusula dentro do limite máximo previsto na Lei Pelé e sem qualquer alteração prevista a partir do fim de 2026. MarquitoMaciel, membro do staffdo atacante, esclareceu informações relacionadas ao contrato alinhado entre as partes. Segundo o empresário, o acordo preserva integralmente os temos da multa durante todo o período de vigência. "A multa dele é o máximo permitido pela Lei Pelé. Está normal, continua assim até 2030. A única coisa é um acordo que, se chegar algo que o Kaio queira, algo bomou umclube top da Europa, que a partir de 30 milhões de euros o Cruzeiro abre negociação", afirmou Marquito ao jornalista Samuel Venâncio e à Central da Toca. O representante explicou que esse entendimento funciona apenas como uma diretriz, ou seja, semqualquer obrigação contratual automática. Não há gatilhos, cláusulas progressivas ou redução futura prevista no do- cumento assinado. Possível renovação de Kaio Jorge O artigo 28 da Lei Pelé estabelece que a cláusula indenizatória deve ser definida de forma expressa no contrato. Isso que dizer que há um limite máximo para transferências nacionais e sem restrição para negociações internacionais, o que sustenta o formato adotado no vínculo do atleta. ■ CONTRATO V Foto/ REUTERS - Eduardo Munoz / RFI V Foto/ Gilvan de Souza/Flamengo; Lucas Bubols/Cruzeiro ■ Saiba os sintomas da deficiência de vitamina D ■ Flamengo faz nova oferta ao Cruzeiro e envolve Everton Cebolinha ■ Nicolás Maduro foi capturado na Venezuela e levado para Nova York para ser julgado por vários crimes, entre eles por narcotráfico Por mais que ato de Trump tenha ‘passado por cima’ de regras do direito internacional, ele não é o primeiro a fazer isso; entenda GERAL DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA | 11 E 12 DE JANEIRO DE 2026 13 | GERAL | DIÁRIO DO AMAPÁ FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa CONFLITO

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