Diário do Amapá - 17/01/2026
A RÁDIO O JORNAL AGORA WEBTV Luiz Melo |OPINIÃO | DIÁRIO DO AMAPÁ SÁBADO | 17 DE JANEIRO DE 2026 FALECOMOLUIZMELO E-mail: luizmello.da@uol.com.br Blog: www.luiz melo.blog.br Twitter: @luizmelodiario Instagram: @luizmelodiario© 2018 3 FROM RAPIDINHAS DISPUTA - O concurso público do MP mobiliza 24.286 candidatos e terá suas provas aplicadas neste domingo (18), nos municípios de Macapá e Santana. ■ POLÍTICA - A pedido da PF, ministro Toffoli (STF) prorroga investigação sobre fraudes no Master por 60 dias. ■ ALTERAÇÃO - Cartórios eleitorais do Amapá com horário de atendimento ao público diferente, neste início de ano. Durante janeiro, das 8h às 13h. A partir de fevereiro, funcionamento volta à normalidade, das 8h às 14h, em todos os cartórios do estado. ■ Solidariedade Presidente do MDB, Baleia Rossi visita Roseana Sarney na casa dela, em São Luís (MA). Filha do ex-PR José Sarney, Roseana, que governou o Maranhão por 4 mandatos, luta contra um câncer já há algum tempo. Possibilidades Presidente da Transpetro eleva interesse do Amapá sobre exploração de petróleo. Sérgio Bacci veio a Macapá para participar do ‘Café com Energia’, evento que reúne empreendedores interessados em integrar a cadeia produtiva decorrente do óleo e gás natural. Filiado ao Solidariedade (SD), Clécio terá até o dia 4 de abril para decidir em qual partido disputará reeleição em outubro. União Brasil e PT estão entre os favoritos, mas também não é descartada sua permanência no Solidariedade que integra a Federação Renovação Solidária com o PRD (ex-PTB). Ex-deputada estadual por três mandatos, Roseli Matos tem percorrido bases eleitorais e pretende disputar, novamente, uma vaga na Alap. Ela só ainda não sabe por qual partido concorrerá no pleito de outubro. Volta Governador Clécio já está nas ruas ‘maratonando obras’, no corpo a corpo e apressando passos de olho na reeleição, em outubro. Tête-à-tête Senador Randolfe foi chamado pelo colega Renan Calheiros, presidente da Comissão Especial que vai investigar caso Master, para compor colegiado, e já dá o tom: “Prender e responsabilizar os envolvidos”. E justifica: “esse é o passo essencial e mais adequado para jogar luz sobre este caso”, sublinhou RR. De pronto Com possibilidade de exploração de petróleo na Margem Equatorial, além de oportunidades de renda ligadas à atividade, outro setor deve gerar grandes oportunidades: mercado imobiliário, conforme análise da economista Eliane Monteiro que vê procura grande de aluguel e de compra de imóveis em Oiapoque, bem como em Macapá. Movimentação Ex-deputada federal, com reconhecido bom desempenho, professora Goreth diz na web que está encerrando ciclo no PDT, mas não revela novo teto partidário a ocupar, doravante - possivelmente o Podemos, já especulam. E, também, se será ou não candidata em outubro. Tô fora Sebrae-AP ofereceu nesta sexta-feira, 16, a primeira edição do ‘Café com Energia’, focado em sanar dúvidas de empreendedores que buscam se inserir na cadeia produtiva do petróleo e gás no estado. Evento Potencial Vice-governador Teles Júnior foi um dos palestrantes do ‘Café com Energia’, evento sobre petróleo e gás que Sebrae-AP realizou nesta sexta, 16, em sua sede em Macapá, com presença de Sérgio Bacci, presidente da Transpetro. Economista C entenas de famílias brasileiras vi- vem o desespero de abandonar suas casas humildes, casebres e barracos construídos, em sua maioria, de forma irregular em morros e encostas da maioria dos municípios a cada ano ou pe- ríodos de chuvas intensas. O desespero de uma família ao ver seu abrigo sendo levado por conta de enchentes e deslizamentos de terra é cada vez maior com as mudanças climáticas que estão ocor- rendo na maioria dos países e motivadas por ações humanas e de forma desenfreada onde existem mais discursos do que ações efetivas. Empresário adquirem estes terrenos muitas vezes em áreas onde não poderiam e promo- vem uma falsa ‘legalização por meios escusos’ e, mais que depressa, colocam à venda. Porque sabem que são áreas que não permitiriam tais construções indevidas e perigosas. Para terem um teto sobre suas cabeças, a grande maioria destas pessoas acaba sendo obrigada a se instalar nestes locais de risco na esperança de que ocorra uma “anistia” pelo Poder Público Municipal que é obrigado a levar infraestrutura básica, escolas e redes de saúde e promover condições para que os habitantes tenham dignidade de vida. Mas, a que custo? Muitas vidas se perdem até que isto ocor- ra. Assim surgem as favelas, os aglomerados. O problema é que, quase todos os dias so- mos pegos de sobressalto com informes e no- tícias de deslizamentos, desmoronamentos e vidas perdidas por obras irregulares que ocor- rem no entorno de nossos bairros com irmãos, amigos e companheiros de trabalho empur- rados para a periferia. Talvez não sejamos coniventes, mas não movemos um dedo para mudar esta realidade. Como segurar? Como frear estas práticas que ocorrem há décadas, séculos? Teremos que conviver constantemente com problemas como a falta de saneamento, gri- lagem de terras, ensino deficiente, saúde tam- bém. Isso sem contar com a carência e defi- ciência na coleta seletiva de lixo que se agravam e, bairros invadidos ou favelas criadas en- contram em fossas nos quintais, depósitos de lixo e entulho de construções. Transformando as áreas em minas prontas a desmoronarem e levarem bens materiais e histórias de vidas morro abaixo. E, ao ligarmos nossas televisões ou aplica- tivos com pequenas reportagens sobre estes desastres, teremos que escutar, “perdi tudo. Não tenho mais onde morar”! ■ “Não tenho mais onde morar”! E-mail: gregogiojsimao@yahoo.com.br Radialista e estudante de Filosofia GREGÓRIOJOSÉ
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