Diário do Amapá - 17/01/2026
POLÍTICA | POLÍTICA | DIÁRIO DO AMAPÁ FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa 8 SÁBADO | 17 DE JANEIRO DE 2026 Desabafo Governador tirou esta sexta-feira, 16, para visitar obras públicas do Amapá em construção ou já construídas na capital, Macapá, durante a atual administração O governador Clécio Luís escolheu esta sexta-feira, 16, para fazer visita às obras públicas do estado do Amapá em construção ou já construídas na capital, durante a atual gestão, que vem desde 1 de janeiro de 2023. “Tiramos o dia inteiro para monitorar cada obra, aqui em Macapá, as já cons- truídas e as em curso. É uma espécie de prestação de con- tas”, disse Clécio no primeiro contato que teve com a im- prensa, logo ao sair do Centro de Radioterapia, na zona nor- te, o primeiro ponto visitado e que já´ está em pleno fun- cionamento. A ação de visitas foi cha- mada Monitorando Obras, pelo governador do estado, que também disse: “Depois de termos destravado o Ama- pá e feito dele o estado que mais gera emprego, chama concursados e que mais abre mais empresas”, completou. A agenda governamental foi iniciada às 8h30 no Cen- tro de Radioterapia, atrás do Hospital de Amor, no bairro Infraero 2, zona norte da ca- pital, seguindo para a Aldeia da Paz, no Conjunto Mira- cema, acompanhado do se- nador Randolfe Rodrigues. Clécio Luís foi à Casa da Mulher Brasileira, na Rodo- via do Centenário, para pos- teriormente se dirigir ao bair- ro Pacoval, onde o governo faz sinalização de ruas e ave- nidas. Ele fechou a agenda na zona norte de Macapá, indo à Escola Modelo Gua- nabara, que está sendo re- formada. O novo Hospital de Emer- gência, já na zona sul da ca- pital, foi a próxima visita do governador, que ainda pas- sou pelo Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), Gi- násio Paulo Conrado, Parque Residência e Comando Geral da Polícia Militar, todos em obras. ■ AMAPÁ EM CONSTRUÇÃO A pl GEA e MIDR garantem tecnologia robótica para revolucionar a produção de açaí O Governo do Amapá e o Mi- nistério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) assinaram, nesta sexta-feira, 16, o convênio para a compra dos primeiros 44 robôs (Açaí Bot). O equipamento foi criado para moder- nizar e agilizar a colheita do fruto nas áreas ribeirinhas, com gestão ad- ministrativa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (SDR). Além de aumentar a produção, a tecnologia atua na segurança do tra- balho no campo. Os robôs reduzem o risco de acidentes e combatem o trabalho infantil, já que automatizam o esforço f ísico mais pesado. A ino- vação também promove a inclusão das mulheres, que passam a operar o sistema com facilidade e protagonismo na colheita. “Essa tecnologia significa uma co- lheita mais eficiente, o que gera mais emprego e renda. Queremos que o agricultor prospere em sua terra com a dignidade de uma economia forte e moderna”, destacou a secretária da SDR, Beatriz Barros. Os recursos do MIDR fazem parte do plano federal de desenvolvimento para a Amazônia. Os robôs serão distribuídos em polos estratégicos, como Santana, Mazagão e o Arqui- pélago do Bailique, fortalecendo as cooperativas de base tecnológica no Amapá. “Estamos unindo a preservação da floresta à alta produtividade. A entrega desses robôs é um pilar central para desenvolver o setor de forma sustentável na Amazônia”, enfatizou o ministro do MIDR, Waldez Góes. ■ AÇAÍ BOT “ O Amapá percebeu a importân- cia do petróleo e se prepara para receber esta indústria com com- petência”. A expressão é do presidente da Transpetro, Sérgio Bracci, dita na manhã desta sexta-feira, 16, no pro- grama ‘LuizMeloEntrevista’ (Diário FM 90,9). Bracci veio para participar da pri- meira edição do ‘Café com Energia’ no Amapá, que acontece no Sebrae. O evento, que ocorre em todo o país em áreas sob influência de petróleo, reúne empreendedores interessados em integrar a cadeia produtiva de- corrente do óleo e gás natural. O líder da Transpetro, braço lo- gístico da Petrobras, alertou que a atividade com petróleo é uma área commovimentação de muito dinheiro, mas se não souber aproveitar essa ri- queza, quando acabar as pessoas ficam sem nada. Sérgio Bracci registrou que a ati- vidade petrolífera aciona a engenharia de petróleo que, por sua vez, desen- cadeia construção de navios, dutos e terminais, tudo isso dependente de uma cadeia de fornecedores de inú- meros produtos. “Então, é preciso se preparar para receber a indústria do petróleo, porque as coisas não vão cair do céu”, também alertou o presidente da Transpetro, ressaltando que o Amapá tem perce- bido esta importância, acreditando que a nova fonte econômica será um divisor de águas no estado. ■ ENTREVISTA CLÉCIO MONITORA OBRAS DA GESTÃO ESTADUAL EM MACAPÁ Presidente da Transpetro eleva interesse do Amapá sobre exploração de petróleo DOUGLAS LIMA EDITOR
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