Diário do Amapá - 18 e 19/01/2026

CIDADES DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA | 18 E 19 DE JANEIRO DE 2026 11 |CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ Certame, que acontece em Macapá e Santana, é desti- nado a provimento de cargos efetivos de técnico e ana- lista ministerial, em diversas áreas do órgão. ■ ● Concurso do MP-AP reúne mais de 24 mil inscritos com provas neste domingo (18) O Amapá é o estado com o menor nú- mero de pessoas em situação de rua do país, somando 292. Os dados são de levantamento do OBPopRua/Polos-UFMG (Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais), divulgado esta semana. Segundo o levantamento, o número de pessoas que vivem em situação de rua continua crescendo no país. Em dezembro de 2024, havia 327.925 pessoas que viviam nas ruas do Brasil. No final do ano passado, esse número chegava a 365.822 pes- soas. O levantamento foi feito com base nos dados do CadÚnico (Cadastro Único de Programas Sociais), que reúne os beneficiários de políticas sociais, como o Bolsa Família, e serve como indicativo das popu- lações em vulnerabilidade para quantificar os repasses do governo federal aos municípios. De 2020 a 2021, quando teve início a pandemia da covid-19, o número de pessoas em situação de rua havia caído, passando de 194.824 para 158.191 pessoas. Mas em 2022, voltou a subir e vem cres- cendo de forma contínua desde então. A maioria dessa população que vive nas ruas se encontra na região Sudeste do país, somando 222.311 de pessoas, o que representa 61% do total no país. Em seguida, aparece a região Nordeste com uma população de 54.801 pessoas em situação de rua. Só no estado de São Paulo estão concentradas 150.958 pessoas em situação de rua, seguida pelos Estados do Rio de Janeiro (33.656) e Minas Gerais (33.139). O Amapá é o estado com o menor número de pessoas nessa condição, somando 292. De acordo com o Portal 360, para os pesquisa- dores do observatório, quatro situações podem ex- plicar esse aumento: o fortalecimento do CadÚnico como principal registro da população em situação de rua e de acesso às políticas públicas sociais do país; a ausência ou insuficiência de políticas públicas estruturantes voltadas para essa população, tais como moradia, trabalho e educação; a precarização das condições de vida principalmente após a pan- demia; as emergências climáticas e deslocamentos forçados na América Latina. Procurado, o ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania ainda não se pronunciou sobre o le- vantamento. ■ O levantamento foi feito com base nos dados do Cadastro Único de Programas Sociais ■ O Amapá é o estado com o menor número de pessoas nessa condição, somando 292. LEVANTAMENTO AMAPÁTEMOMENORNÚMERO DE PESSOAS EMSITUAÇÃO DE RUANO BRASIL, DIZ OBSERVATÓRIO DAUFMG O levantamento foi feito com base nos dados do CadÚnico (Cadastro Único de Programas Sociais), que reúne os beneficiários de políticas sociais, como o Bolsa Família, e serve como indicativo das populações em vulnerabilidade para quantificar os repasses do governo federal aos municípios. Trecho do texto

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