Diário do Amapá - 20/01/2026

CIDADES TERÇA-FEIRA | 20 DE JANEIRO DE 2026 10 |CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa E m janeiro, um total de 112.568 famílias em todos os 16 municípios do Amapá estão contempladas com o Bolsa Família. Para isso, o investimento do Governo do Brasil no estado supera R$ 82,9 milhões. O valor garante um benef ício médio de R$ 737,14. O cronograma de paga- mentos tem início nesta segunda- feira, 19 de janeiro, e segue até o dia 30, de acordo com o final do Número de Identificação Social – NIS. PRIMEIRA INFÂNCIA – No pacote de benef ícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 60,2 mil crianças de zero a seis anos recebem o Benef ício Pri- meira Infância no Amapá. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição fami- liar. O investimento para assegu- rar esse repasse no estado é de R$ 8,8 milhões. COMPLEMENTARES — O Bolsa Família prevê outros bene- f ícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a mais de 101,2 mil crianças e ado- lescentes de sete a 18 anos, além de 4,8 mil gestantes e 2,5 mil nu- trizes no estado. Para esses paga- mentos, o investimento supera R$ 5,2 milhões. MUNICÍPIOS — Macapá é o município com maior número de beneficiários no Amapá neste mês, com 59,4 mil famílias atendi- das. Na sequência das cidades com maior número de famílias atendidas estão Santana (15.683), Laranjal do Jari (6.747), Oiapoque (6.120) e Mazagão (4.209). VALOR MÉDIO — Cutias é o município amapaense com maior valor médio de benef ício: R$ 834,78 neste mês. Em seguida aparecem Mazagão (R$ 819,84), Tartarugalzi- nho (R$ 811, 04), Calçoene (R$ 782,10) e Pracuúba (R$ 777,21). ■ ESPAÇO MODERNO A Prefeitura de Tartarugalzinho realizou, com sucesso, a primeira edição da Feira do Peixe Popular de 2026. O evento, que já se consolidou como uma importante vi- trine da produção local, reforça o compromissoda gestãomu- nicipal com a segurança alimentar e o fortalecimento da economia regional. Durante a feira, foramcomercializadas duas toneladas de pirapitinga, peixe de grande aceitaçãonamesa do amapaense. Com o objetivo de garantir o acesso da população a um pro- duto de alta qualidade a preços acessíveis, o quilo foi vendido pelo valor promocional de R$ 16,00. Fomento à Economia e Segurança Alimentar A iniciativa visa criar um ciclo virtuoso de desenvolvi- mento: de umlado, o produtor local encontra umcanal direto de escoamentopara sua produção; de outro, o cidadãodeTar- tarugalzinho tem a oportunidade de adquirir proteínas sau- dáveis com economia. “O objetivo é aquecer a economia do município, valori- zando o esforço dos nossos produtores e garantindo que o peixe da nossa região chegue à mesa de quem mais precisa com um preço justo”, destaca a organização do evento. Perspectivas para 2026: Centro de Alevinagem Osucessodesta primeira feira é apenas o início de umano que promete ser histórico para o setor produtivo de Tartaru- galzinho. Graças às parcerias estratégicas com a Codevasf (Companhia deDesenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), a cidade se prepara para umsalto tecnológico e logístico. ■ FEIRA DO PEIXE POPULAR O Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) inaugurou, nesta segunda-feira (19), as novas instalações do Juizado Es- pecial Sul, no bairro Novo Buritizal, emMacapá. O es- paço reúne a 6ª e a 7ª Varas dos Juizados Especiais da Comarca (esta última funcionava no prédio da Universidade Federal do Amapá- Unifap) e integra o processo de moderni- zação da infraestrutura do Judiciário, com foco na ampliação do acesso à Justiça e na qualificação do atendimento à popu- lação. A cerimônia foi conduzida pelo presidente do TJAP, desembargador Jayme Ferreira. O novo espaço passou a concentrar a 6ª e a 7ª Varas dos Juizados Especiais da Comarca de Macapá, que antes fun- cionavam em polos distintos. A centralização busca otimizar a prestação jurisdicional e ampliar a capacidade de resposta às demandas da sociedade. Os juizados atuam no julga- mento de causas cíveis de menor complexidade, como ações de consumo, cobranças e pedidos de indenização por danos morais e materiais, com valores de até 40 salários mínimos, conforme estabelece a Lei nº 9.099/1995. A atuação prioriza a conciliação, a simplicidade dos procedimentos e a solução célere dos conflitos. ■ Tartarugalzinho dá largada no calendário econômico de 2026 TJAP inaugura novas instalações do Juizado Especial Sul em Macapá BOLSA FAMÍLIA CHEGA A MAIS DE 112,5 MIL BENEFICIÁRIOS NO AMAPÁ VALOR MÉDIO É DE R$ 737,14 N a edição do programa LuizMeloEntrevista (Diário FM90,9) desta segunda-feira, 19, o titular da Secretaria de Estado de Transporte (Setrap), Marcos Jucá, esteve no ar, por telefone, para esclarecer o andamento das tratativas das demandas de Anauerapucu. Uma delas foi a obra da ponte da comunidade, distrito de Santana. “Vai ser substituída por de concreto, já tem recurso do se- nador Davi Alcolumbre. Estamos na espera da liberação da Caixa Econômica, que deve acontecer esta semana, para dar- mos ordemde serviço. Vamos iniciar a obra que vai acabar com aquela confusão de ponte de madeira”, explicou o gestor da Setrap. Ele também deu detalhes para a duplicação da ponte do Igarapé da Fortaleza, com previsão para junho. “O senador também colocou recurso para ela, fazer duplicação, porque a rodovia toda é duplicada. Na rodovia toda passam dois carros de cada lado, e a ideia é que na ponte também passem dois carros de cada lado. E é isso que nós vamos fazer a partir de fevereiro. A Caixa Econômica deve estar liberando pra gente licitar até abril. Em maio já estaremos com isso licitado; esperamos que até junho comece essa obra”, esclareceu o secretário. Marcos Jucá também detalhou a resolução da situação da ponte da região de Santo Antônio da Pedreira: “Tinha uma tábua, uma daquelas partes que fazem a parte que segura o aterro; ela estava mal pregada e solta, com isso o aterro estava saindo. A empresa que fez a ponte, refez o serviço e nós refizemos a cabeceira, jogamos um rachão e um pouco do rejeito e agora pensamos só finalizar com asfalto, para ficar lisinho e bonitinho”. ■ ENTREVISTA Ponte de madeira do Anauerapucu será substituída por uma de concreto

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