Diário do Amapá - 21/01/2026
CIDADES QUARTA-FEIRA | 21 DE JANEIRO DE 2026 | CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ Unidade de referência em alta complexidade registrou 225 nasci- mentos no período inicial do ano, refletindo os investimentos do Governo do Amapá na ampliação da assistência materno-infantil. ■ ● Mais de 200 partos marcam as primeiras semanas de 2026 no Hospital da Mulher Mãe Luzia A empresa DEVMi- neração está nas tratativas finais para retomar as atividades de extração do minério de ferro no município de Pedra Branca do Amapari. As primeiras operações já foram iniciadas, com o embarque da produção de minérios estocados em Pedra Branca do Amapari. Segundo a diretora executiva da empresa, Raquel Dalseco, já foi concedida a autorização prévia da Secretaria de Estado doMeio Ambiente (Sema), enquanto o processo de instalação da extratora está em 90%, a ser logrado em sua totalidade nos próximos três meses. Depois a empresa deverá, por fim, obter a autorização de operação da mina menor, que deve dar início às ati- vidades, fato que ocorrerá em até nove meses, conforme previu Raquel. A diretora da DEV Mineração falou ao programa PontoDeEncontro (Diário FM 90,9) na tarde desta segunda-feira, 19, onde, entre outros temas, informou que desde 2019 está sendo aplicado o processo de recu- peração judicial. “Foi renegociado com todos os credores, e a partir disso tomamos posse; a responsabilidade é nossa”, disse. Raquel ainda lembrou que no fim do ano passado foi feito o anúncio em Londres sobre a retomada da ex- ploração do minério de ferro no Amapá. Além da ativi- dade de extração, ela informou que surgirão novas de- mandas para a plena atividade, que envolve “mina, ferrovia e porto”, e que as ações mineradoras começarão em tamanho menor, escalonando para o tamanho maior nos anos seguintes. “Já temos o material em Pedra Branca para reprocessar e exportar”, adiantou. Durante a entrevista, foi esclarecido que ferrovias têm um peso importante para o projeto, podendo ser aplicadas através de iniciativa particular, privada ou terceirizada; enquanto a estrutura ou estruturas não são executadas, o meio de transporte do minério será rodoviário até o Porto de Santana. “Os trens serão utili- zados ainda pelo agronegócio, o setor madeireiro e o transporte de passageiros”, falou. Para a diretora executiva da DEV, serão gerados inicialmente cerca de 100 empregos diretos, antes da atividade de extração, e que o número deve aumentar com a retomada da mineração – podendo chegar a 2,5 mil com a expansão plena das operações nas duas minas. Por fim, Raquel afirmou que estão sendo feitos estudos para que o material seja extraído com qualidade, para aumentar o tempo de vida das minas. ■ DEV MINERAÇÃO PLANEJA RETOMAR 2,5 MIL EMPREGOS NAS MINAS DO INTERIOR DO AMAPÁ 9 Em entrevista exclusiva à Rádio Diário FM, diretora da companhia diz que investidores pretendem reativar sistema mina, ferrovia e porto ■ Durante a entrevista, a diretora da DEVMineração, Raquel Dalseco, esclareceu que ferrovias têm um peso importante para o projeto, podendo ser aplicadas através de iniciativa particular, privada ou terceirizada; enquanto a estrutura ou estruturas não são executadas, o meio de transporte do minério será rodoviário até o Porto de Santana. “Os trens serão utilizados ainda pelo agronegócio, o setormadeireiro e o transporte de passageiros”, falou. DOUGLAS LIMA ECLÉBERBARBOSA DA REDAÇÃO Trecho do texto Além da atividade de extração, ela informou que surgirão novas demandas para a plena atividade, que envolve “mina, ferrovia e porto”, e que as ações mineradoras começarão em tamanho menor, escalonando para o tamanho maior nos anos seguintes. “Já temos o material em Pedra Branca para reprocessar e exportar”, adiantou a diretora da Mineradora. ENTREVISTA
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