Diário do Amapá - 27/01/2026
DOUGLAS LIMA EDITOR POLÍCIA | POLÍCIA | DIÁRIO DO AMAPÁ TERÇA-FEIRA | 27 DE JANEIRO DE 2026 11 FALECOM0COMERCIAL E-mail: comercial.da@bol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa O adolescente de 16 anos , identificado como Dielson Ferreira de Souza, foi morto a tiros, no início da noite de sexta- feira, 23, no município de Santana. De acordo com o 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM), o adoles- cente estava em uma barbearia quan- do dois indivíduos chegaram ao es- tabelecimento e o abordaram. Um deles apontou uma arma de fogo contra Dielson, que ainda tentou reagir ao ataque e travou luta cor- poral com opositor, porém acabou baleado pelo outro criminoso, que também estava armado. Após a ação, os suspeitos fugiram sem deixar rastros. O Samu foi acio- nado e confirmou o óbito ainda no local. A PM realizou diligências na região, mas até o momento ninguém foi preso. O caso está sob investigação da Polícia Civil. ■ W ilson Lobato Bezerra, de 34 anos de idade, morreu na manhã de sábado, 24, na zona norte de Macapá, depois de se envolver em uma confusão. Segundo o que foi apurado pela polícia, Wilson e a esposa teriam passado a noite em um bar. Ao ama- nhecer, os dois foram para uma região rural da capital tomar banho de rio e, ao retornar para a cidade, utilizaram um carro de aplicativo, em uma corrida compartilhada. Durante o trajeto, ele acabou ten- do um desentendimento com o ter- ceiro passageiro e foi expulso do veículo, juntamente com sua com- panheira, pelo motorista. O casal foi deixado em via pública, no bairro Novo Horizonte. Após isso, de acordo com infor- mações, eles foram até uma panifi- cadora nas proximidades, onde ele teria sido agredido após se desen- tender com uma pessoa e, em se- guida, entrou em uma barbearia, onde teve um novo bate boca, que evoluiu para vias de fato, com o pro- prietário do estabelecimento. Depois, Wilson foi encontrado sem vida, na calçada do empreendi- mento. Não há confirmação da causa morte, entretanto, a perícia encon- trou escoriações no corpo da vítima e sinais de esganadura no pescoço, indicando que ele tenha sido asfi- xiado. Nenhuma das pessoas envolvidas nas confusões foi localizada. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil. ■ Alciderico Santos Moreira, de 51 anos, conhecido como ‘Alcir’, foi localizado e detido no início da tarde desta segunda-feira, 26, em menos de 24 horas do fato, no km 33 da BR- 210, zona rural da capital APÓS DESENTENDIMENTOS, HOMEM É ENCONTRADO MORTO COM SINAIS DE ASFIXIA EXECUÇÃO INVESTIGAÇÃO ADOLESCENTE LUTA COM ASSASSINO, MAS ACABA MORTO A TIROS U ma rápida ação dos policiais civis lotados na Delegacia Especializada no Atendi- mento àMulher (Deam) deMacapá resultou na prisão emflagrante do comercianteAlciderico SantosMo- reira, de 51 anos, conhecido como ‘Alcir,’ principal acusado de ter as- sassinado a companheira Paula Barroso. Alcides foi localizado e detido no início da tarde desta segunda- feira, 26, em menos de 24 horas do fato, no km 33 da BR 210, zona rural da capital. Um segundo indi- víduo que estava com ele no carro e que o teria ajudando na fuga também foi conduzido para a de- legacia. A titular da Deam, delegada Marina Guimarães, é quem está conduzindo as investigações. Ela contouqueuma testemunha relatou que o acusado e a vítima tiveram uma discussão antes damesma ser baleada. “Chegou aonosso conhecimen- toqueocasalmantinhauma relação conturbada, inclusive comhistórico de ameaças. Porém, nãohá registros de boletim de ocorrência. No dia de ontem, eles estavam nesse co- mércio, que é de propriedade do suspeito, onde teriam tido esse de- sentendimento, que acabou dessa maneira trágica”, lamentou a auto- ridade policial. De acordo com informações, Alcir mantinha a arma de fogo – que até omomento não foi encon- trada – como intuito de resguardar sua segurança e de seu empreen- dimento. No entanto, a delegada contou que em episódio anterior ele teria alvejado um homem sus- peito de furtado seu minibox. “Todas as informações, tudo que estão nos repassando, estão sendo apurados pelos nossos in- vestigadores”, disse a delegada, aler- tando para a importância da de- núncia. “Mesmo que a vítima não faça a queixa, um parente, uma amiga, uma colega de trabalho que sabe que ela sofre violência ou que presenciou algumfato, pode e deve denunciar. O combate a esse tipo de crime é de todos nós. Não po- demos permitir, deixar que os ho- mens continuemmatando aquelas que se dedicaram a eles, à família que construíram junto com eles. Cada um deve fazer a sua parte. Chega de feminicídio, chega de violência contra asmulheres”, con- cluiu Marina Guimarães. ■ FEMINICÍDIO ELEN COSTA DA REDAÇÃO SUSPEITO DE MATAR COMPANHEIRA É PRESO E DIZ QUE TIRO FOI ACIDENTAL
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