Diário do Amapá - 30/01/2026

CIDADES SEXTA-FEIRA | 30 DE JANEIRO DE 2026 | CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ Macapá se consolida como polo de inovação com mais de 220 startups ativas e presença internacional de em- preendedores locais. ■ ● Presidente da Associação Brasileira de Startups projeta Amapá no cenário global O Programa Zera Fila, do es no aces- so aos serviços, di- minuir o tempo de espera por cirurgias eletivas e pro- mover mais qualidade de vida à população amapaen- se. A fiscalização será rea- lizada após a Petrobras re- gistrar um incidente com a sonda ODN II (NS-42), que resultou na descarga de 18.440 litros de fluido sintético de perfuração no dia 4 de janeiro. São 23 dias desde o incidente que paralisou a perfuração do primeiro poço do projeto emáguas profundas do Amapá. A auditoria será remota, e é uma etapa necessária para que a agência autorize a retomada das atividades no poço. AlémdaANP, o caso tambémvemsendo acompanhado pelo Instituto Brasileiro doMeioAmbiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Ao órgão ambiental, a Pe- trobras afirmou na semana passada que ainda investiga as causas do vazamento. A estatal tambémdescartou quaisquer problemas com a sonda ou como poço, e afirma que ambos “permanecem em total condição de segurança”. A companhia pretende retomar a atividade após a conclusão dos trabalhos de reparo — que ainda não tem data. A agência determinou que Petrobras apresente até o ANP MARCA AUDITORIA EM SONDA PARALISADA NA FOZ DO AMAZONAS APÓS VAZAMENTO DE FLUÍDOS 9 Auditoria será realizada da maneira remota entre os dias 9 e 13 de fevereiro. Sonda envolvida em vazamento está parada há 23 dias ■ Ovazamento no dia 4 de janeiro ocorreu na linha de booster, durante as atividades de perfuração do poço Morpho. Um robô subaquático foi acionado para inspeção da coluna de riser e constatou a descarga do fluido de perfuração para o mar, a aproximadamente 2.700 metros de profundidade. Alexandre Silveira Min. das Minas e Energia “A informação que tive é de que não tem nada que possa ter impacto, que comprometa. É uma questão menos relevante. Mas, é claro, com todo o cuidado que requer a parte ambiental, que a Petrobras está fazendo um ‘checklist’ para poder dar continuidade à atividade. Vai levar 30 dias no máximo” FISCALIZAÇÃO dia 6 de fevereiro um diagnóstico inicial das falhas identi- ficadas. Após o incidente, no dia 9 de janeiro, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), chegou a afirmar a jornalistas que a perfuração no poço exploratório deveria ser retomada em até 30 dias. “A informação que tive é de que não tem nada que possa ter impacto, que comprometa. É uma questão menos relevante. Mas, é claro, com todo o cuidado que requer a parte ambiental, que a Petrobras está fazendo um ‘checklist’ para poder dar continuidade à atividade. Vai levar 30 dias no máximo”, disse Silveira. Vazamento no poço Morpho O vazamento no dia 4 de janeiro ocorreu na linha de booster, durante as atividades de perfuração do poço Morpho. Um robô subaquático foi acionado para inspeção da coluna de riser e constatou a descarga do fluido de per- furação para o mar, a aproximadamente 2.700 metros de profundidade. Após identificar a falha, as operações foram interrom- pidas imediatamente e a ANP foi notificada no mesmo dia. Na mesma semana, equipes da Petrobras e da Supe- rintendência de Segurança Operacional (SSO) da ANP se reuniram por videoconferência para discutir o episódio. A despeito da Petrobras informar que o fluido vazado está dentro dos limites de toxicidade permitidos e é bio- degradável, o incidente foi classificado pela agência regu- ladora como risco de dano à saúde humana e dano ao meio ambiente. ■

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