Diário do Amapá - 08 e 09/02/2026
‘O DIABO VESTE PRADA 2’ - ELENCO PRINCIPAL RETORNAPARANOVO CAPÍTULO DATRAMA U m dos filmes mais icônicos dos anos 2000 e que ajudou a consagrar a brilhante Anne Hathaway finalmente ganhou sua continuação. Para a sequência, o elenco principal e o diretor reprisam suas funções para o novo capítulo da história, agora com problemas modernos, como o declínio das re- vistas impressas. No novo filme, Miranda Priestly (Meryl Streep) se vê obrigada a con- frontar sua antiga assistente, Emily Charlton (Emily Blunt), que agora é uma poderosa executiva de um gru- po de luxo. Agora, Miranda precisa desesperadamente das verbas pu- blicitárias controladas por Emily para salvar a revista Runway. Para a alegria dos fãs, o quarteto principal está de volta: Miranda, Emily, Andy Sachs (Anne Hathaway) e Nigel Kipling (Stanley Tucci). Entre os novos nomes da trama, estão Sydney Sweeney, Lucy Liu e ainda é esperada a participação especial de Lady Gaga. O trailer divulgado mostrou o esperado luxo e glamour da vida das protagonistas, relembrando tam- bém a acidez das protagonistas, que chamam a atenção pela aparência muito semelhante à do primeiro fil- me, que estreou 20 anos atrás. Com a direção de David Frankel (Marley & Eu), ODiabo Veste Prada 2 chega aos cinemas brasileiros em 30 de abril deste ano. ■ POR WALLACE FONSECA ARTE CINEMATOGRÁFICA |CULTURA| DIÁRIO DO AMAPÁ DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA | 08 E 09 DE FEVEREIRO DE 2026 FALECOMOHERALDO E-mail: heraldocalmeida@bol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @heraldocalmeida Instagram: @heraldoalmeida65 19 Cultura HERALDOALMEIDA N o dia 7 de fevereiro, o Brasil celebra o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, data que marca a me- mória de resistência, organização política e defesa dos direitos dos povos originários. Mais do que uma efe- méride, o dia reafirma a centralidade dos povos indígenas na construção histórica, cultural e social do país — e a urgência de políticas públicas que reconheçam, fortaleçam e respeitem essa diversidade. Nesse contexto, o Ministério da Cultura (MinC) tem fortalecido uma agenda de ações voltadas à valorização das culturas indígenas, com políticas que dialogam diretamente com os territórios, promovem o protagonismo dos povos originários e reconhecem a cultura como dimensão funda- mental da vida, da memória e da preservação ambiental. Um dos principais marcos dessa agenda é a realização da sexta edição da Teia Nacional dos Pontos de Cultura, que acontece pela primeira vez fora de uma capital e com atividades desenvolvidas em território indígena, nomunicípio de Aracruz, no Espírito Santo. E após um hiato de 12 anos. O evento, que ocorre entre 24 e 29 de março, ganha destaque por ocorrer emuma região ocupada historicamente pelas etnias Tupiniquim e Guarani, reforçando o papel dos povos originários no debate cultural e ambiental. Aracruz é o único município capixaba com Terras Indígenas demar- cadas, onde estão localizadas 12 aldeias, e concentra a maior população indígena do estado. Ao escolher esse ter- ritório como sede da Teia, oMinC reafirma o compromisso com uma política cultural descentralizada, conectada aos territórios e sensível às realidades locais. “A realização da Teia Nacional em território indígena reafirma um princípio central da política cultural do Mi- nistério da Cultura: não há cultura viva sem território, sem escuta e sem protagonismo dos povos que produzem essa cultura. Ao levar a Teia para Aracruz, reconhecemos a cen- tralidade dos povos indígenas no debate cultural e também no enfrentamento das urgências climáticas, ambientais e sociais do nosso tempo”, afirma Márcia Rollemberg , secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, que está à frente da organização do evento. Consultora do Ministério da Cultura para a realização da Teia em Aracruz, Ará Martins reforça que a escolha do território indígena para sediar o encontro representa um gesto político e simbólico de valorização dos povos originários. “O Brasil sempre foi habitado pelos povos indígenas. Hoje nós estamos aqui resistindo e tendo espaço para todos mostrarem sua cultura. Esperamos que a Teia possa receber o modo de vida do povo Guarani e Tupiniquim, e que eles também possam nos acolher do nosso modo”. ■ POVOS ORIGINÁRIOS DIA NACIONAL DE LUTA DOS POVOS INDÍGENAS: CULTURA COMO TERRITÓRIO DE RESISTÊNCIA CULT’ ART AMarquês de Sapucaí, no Sambódromo do Rio de Janeiro, sentiu o pulsar e a força que vêm do Amapá com o som das caixas de marabaixo durante o ensaio técnico da Estação Primeira de Mangueira, realizado na quinta-feira, 30, como parte dos ajustes finais para a tão esperada apresentação do desfile oficial do Carnaval 2026. Quinze marabaixeiros amapaenses foram incorporados à bateria da Verde e Rosa, que fez o chão tremer na Sapucaí, mostrando todo o gingado da dança do marabaixo e a força do samba do Amapá. O público do carnaval e, principalmente, os brincantes marcaram presença maciça, mesmo sendo apenas um ensaio, demonstrando paixão e dedicação ao samba e à cultura popular da Amazônia. A Estação Primeira do Amapá tem o apoio do Governo do Amapá e desfila no domingo de Carnaval, dia 15 de fevereiro. Carnaval 2026 A cantora e compositora, Nany Rodrigues, além de cantar muito, agora está se destacando como uma excelente fotógrafa. Sua sensibilidade com a arte de fotografar é impressionante e com sensibilidade indiscutível. Parabéns. Fotografia Título da música de Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes. A obra faz parte de um novo projeto dos dois artistas, com poemas musicais eróticos. ...E partimos como um raio na direção do infinito para saborear aquele pouco instante que a imaginação do sonho me deu. Foi real, sim, cada momento e cada sorriso dela em minha direção... Língua Intrusa Após reunião dos presidentes das agremiações carnavalescas que integram a Liga Independente das Escolas de Samba do Amapá (Liesap), representando as dez escolas filiadas, ficou decidido retomar a data original dos desfiles de Carnaval, marcada para os dias 13 e 14 de fevereiro. Os desfiles tinham sido antecipados para os dias 7 e 8 de fevereiro. No entanto, diante do atraso no início da montagem da estrutura do Carnaval no Sambódromo, a possibilidade de manter essa antecipação foi reavaliada. Datas originais Não, ninguém faz samba só porque prefere, coisas nenhumno mundo interfere sobre o poder da criação (Paulo Cézar Pinheiro e João Nogueira). Poder da Criação O mundo tá perdido Com o sumiço do cupido Que eu flechei num tiro certo Pro gelo derreter Fernando Canto / Nivito Guedes
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