Diário do Amapá - 14 a 18/02/2026

POLÍTICA |POLÍTICA | DIÁRIO DO AMAPÁ FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa 9 Ssss Parlamentar também declarou apoio ao governador Clécio Luís e ao ministro Waldez Góes, apontado por ele como pré- candidato ao Senado D urante participação no programa Togas e Becas (Diário FM 90,9), o de- putado federal Dorinaldo Ma- lafaia abordou temas econômi- cos, políticos e institucionais quedominamodebatenacional. Entreos assuntos, oparlamentar destacouopossível fimda escala de trabalho6x1, as investigações envolvendo o Banco Master e discussões sobre o sistema po- lítico brasileiro. Logo no início da entrevista, Malafaia traçou um paralelo histórico para defender a am- pliação de direitos trabalhistas. Segundo ele, argumentos con- trários às mudanças costumam se repetir ao longo do tempo. “O mercado se ajusta”, afir- mou o deputado, ao lembrar que críticas semelhantes surgi- ramemmomentos como a abo- lição gradual da escravidão e, mais tarde, durante aRevolução Industrial, quando trabalhadores temiam que as máquinas eli- minassem empregos, cenário que, segundo ele, acabou resul- tando na expansão domercado de trabalho. Questionado sobre os pos- síveis efeitos do fim da escala 6x1, como aumento de preços ou desemprego, o parlamentar reconheceuquepodehaver uma pressão inicial, mas defendeu a atuação do Estado para evitar desequilíbrios. De acordo com Malafaia, o governo federal es- tuda mecanismos de regulação e acompanha os desdobramen- tos da medida para conter os- cilações, tanto no mercado de trabalho quanto no custo de vida das famílias. Ele citou que a proposta ori- ginal parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sinaliza umcompromissohistórico com a classe trabalhadora, devendo ser estruturada com “eixos e contrapesos” capazes de reduzir impactos econômicos. Ao comentar a crise envol- vendo o BancoMaster, o depu- tado afirmouque o alerta inicial partiudoBancoCentral doBra- sil e ressaltou a importância da atuação da Polícia Federal nas investigações. Para ele, o ponto mais sensível do caso é a suposta vinculação do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, às decisões que pode- riam interferir no andamento das apurações. ■ DORINALDO MALAFAIA COMENTA FIM DA ESCALA 6X1, CRISE DO BANCO MASTER E CENÁRIO POLÍTICO Dubai fecha negócio para importar açaí amapaense D e cinco a dez toneladas de açaí do Amapá serão vendidas para o mer- cado deDubai, nos emirados árabes, conhecida pelo dinamismo de sua economia baseada empetróleo, gás, turismo, finanças, logística e tecnologia. A informação sobre a comercialização do produto amapaense que cada vez ganha mais projeção internacional foi dada na manhã desta sexta-feira, 13, pela secretária estadual de relações internacionais, Patrícia Ferraz, no ‘LuizMeloEntrevista’ (Diário FM90,9). Patrícia acrescentou que o estado do Amapá tambémfechará negócios naArgélia, com o açaí, e ainda possivelmente no Japão, para onde ela vai viajar depois do período carnavalesco para participar de uma feira. Asecretária revelouque omel amapaense vem sendo procurado por alguns mercados do mundo, inclusive o de Dubai, que já fechou negócio para a importação do açaí do estado, e agora está interessadonoproduto natural das abelhas. ■ NO MERCADO MUNDIAL N a tarde desta quarta-feira, 11, a Associação Amapaense de Supermercados (Amaps), Sindgêneros e o senador Randolfe Rodrigues estiveram em reunião ex- traordinária para debater questões do setor de comércio no Amapá. O momento aconteceu no auditório da Amaps e contou com represen- tantes das entidades empresariais do ramo. Foram debatidos o fim da escala 6×1, o PIS/Cofins e as articulações para suspender a cobrança do Im- posto sobre Circulação de Merca- dorias e Serviços (ICMS) pelo estado de São Paulo sobre mercadorias. A presidente da Amaps, Marlúcia Sulyvan, explicou que a iniciativa de convocar a reunião com o senador foi da Associação juntamente com o Sindigêneros para que os repre- sentantes do setor pudessem se po- sicionar sobre as temáticas empauta, que já possuem apoio da bancada federal do Amapá. “Fizemos um convite ao senador para discutir não só a escala, o fim da escala 6×1 e o início da escala 5×2. Outra pauta com o senador e outros políticos é o ICMS cobrado por São Paulo. Randolfe foi muito positivo conosco, tivemos um êxito, mas ainda temos alguns pontos para discutir”, explicou Marlúcia. O senador Randolfe pontuou que o momento foi de prestação de contas e esclarecimentos das situa- ções pautadas “A primeira questão é a cir- cunstância, a situação da área de livre comércio do Amapá para ser equiparada com as áreas de livre comércio de Roraima. O que ocorre é uma ausência de isonomia por decisão judicial do Superior Tri- bunal de Justiça, que possibilitou que as áreas de livre comércio de Boa Vista, em Roraima, pudessem ter a devida isenção do PIS/Cofins com o Fins; as demais, não tiveram essa equiparação”, observou Ran- dolfe Rodrigues. ■ ENCONTRO Comerciantes e senador Randolfe debatem escala 6×1 e ICMS ENTREVISTA DOUGLAS LIMA EDITOR SÁBADO A QUARTA-FEIRA | 14 A 18 DE FEVREIRO DE 2026

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