Diário do Amapá - 26/02/2026

CIDADES QUINTA-FEIRA | 26 DE FEVEREIRO DE 2026 | CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ Com a contribuição, Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Amapá (Arsap) pretende elaborar Re- solução Normativa acerca do setor. ■ ● População é chamada a dar sugestões sobre abastecimento de água e esgoto no Amapá O Hospital da Mu- lher Mãe Luzia (HMML) iniciou, na manhã de quarta-feira, 25, a aplicação do nirsevi- mabe (Beyfortus), medi- cação indicada para pre- venir formas graves de bronquiolite e outras com- plicações respiratórias cau- sadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) embe- bês no Amapá. A medida também reforça a proteção de bebês prematuros, devido à sua imaturidade imuno- lógica e baixa imunidade. O imunizante é destinado principalmente a recém- nascidos e lactentes que estejam entrando no período de maior circulação do vírus. OVSR é um dos principais responsáveis por internações de bebês, podendo evoluir para quadros graves que exigem suporte de oxigênio e internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “É um imunizante novo no estado. Estamos realizando a aplicação pela primeira vez em nossos bebês, com o objetivo de prevenir formas graves de síndromes respi- ratórias que atingem principalmente crianças mais vul- neráveis, como as nascidas abaixo de 37 semanas e aquelas com comorbidades. Para os prematuros sem co- morbidades, é indicada dose única. Já os bebês com co- 9 Medicação passa a ser aplicada pela primeira vez no estado e reforça a proteção de recém-nascidos contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) ■ O nirsevimabe é um anticorpo de longa duração. Diferentemente das vacinas tradicionais, ele fornece anticorpos prontos ao organismo do bebê, garantindo proteção imediata durante toda a sazonalidade do vírus, que costuma durar cerca de cinco meses. Entre os principais benefícios estão a redução do risco de hospitalizações, complicações pulmonares e agravamento do quadro clínico. Michelly Muniz Enfermeira e Responsável Técnica do HMML “É um imunizante novo no estado. Estamos realizando a aplicação pela primeira vez em nossos bebês, com o objetivo de prevenir formas graves de síndromes respiratórias que atingem principalmente crianças mais vulneráveis, como as nascidas abaixo de 37 semanas e aquelas com comorbidades. Para os prematuros sem comorbidades, é indicada dose única. Já os bebês com comorbidades recebem duas doses, conforme o calendário vacinal” IMUNIZAÇÃO morbidades recebem duas doses, conforme o calendário vacinal”, explicouMichellyMuniz, enfermeira e responsável técnica pelo Serviço de Apoio Diagnóstico do HMML. Entre as mães atendidas está Valéria da Silva, 32 anos, moradora do município de Santana. Com o quarto filho nos braços, o pequeno Nicolas Rariel, de apenas cinco dias de vida, ela conta que não conhecia amedicação e recebeu a informação com alegria. “Eu não sabia que existia esse imunizante para proteger os bebês contra problemas respiratórios. Quando a equipe explicou, fiquei muito feliz e mais tranquila. A gente, que é mãe, sempre temmedo dessas doenças, principalmente quando o bebê é tão pequeno. Saber que meu filho já está imunizado me dá mais se- gurança”, relatou. O nirsevimabe é um anticorpo de longa duração. Di- ferentemente das vacinas tradicionais, ele fornece anti- corpos prontos ao organismo do bebê, garantindo proteção imediata durante toda a sazonalidade do vírus, que costuma durar cerca de cinco meses. Entre os principais benef ícios estão a redução do risco de hospitalizações, complicações pulmonares e agravamento do quadro clí- nico. Com o início da aplicação no Hospital da Mulher Mãe Luzia, o Governo do Estado avança na adoção de medidas modernas de proteção à saúde infantil, ampliando o acesso à prevenção e oferecendo mais segurança às fa- mílias amapaenses durante o período de maior circulação de doenças respiratórias. ■ HOSPITAL MÃE LUZIA INICIA APLICAÇÃO DE MEDICAÇÃO QUE PREVINE COMPLICAÇÕES RESPIRATÓRIAS EM BEBÊS

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