Diário do Amapá - 04/03/2026

CIDADES QUARTA-FEIRA | 04 DE MARÇO DE 2026 | CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ De acordo com a portaria, os custos decorrentes dessa geração emergen- cial deverão ser aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica. ■ ● MME reconhece risco de segurança no suprimento de energia no Bailique O Ministério da Saúde iniciou no Amapá o proces- so de transição do uso da insulina humana (NPH) para a insulina análoga de ação prolongada, a glargina, no SUS. A ini- ciativa representa um avanço histórico para o cuidado de pessoas que vivem com Diabete Me- lito no Brasil e amplia as opções terapêuticas na rede pública de saúde. É um medicamento mais mo- derno, de ação prolongada, que facilita a rotina dos pacientes. Além do Amapá, o projeto-piloto também será rea- lizado inicialmente no Paraná, Paraíba e Distrito Federal, contemplando crianças e adolescentes de até 17 anos que vivem com diabetes tipo 1, e idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A estimativa é que mais de 50 mil pessoas sejam contempladas nessa pri- meira fase. A iniciativa deve beneficiar cerca de 2,3 mil ama- paenses nesta etapa inicial. Para isso, o estado receberá 2,7 mil canetas, das quais 1,6 mil serão destinadas à capital, Macapá, e 1,1 mil encaminhadas à Secretaria Estadual de Saúde para distribuição aos demais muni- 9 A substituição da insulina NPH para a glargina começa em quatro unidades federativas, priorizando crianças, adolescentes e idosos acima de 80 anos. Novo medicamento tem aplicação única e ação prolongada ■ A glargina é uma insulina de ação prolongada – de até 24 horas, facilitando a manutenção dos níveis de glicose – e de aplicação única no dia. Atransição será feita de forma gradual, a partir da avaliação de cada paciente. Nos quatro estados, o Ministério da Saúde está promovendo treinamento para auxiliar os profissionais de saúde da Atenção Primária. Após os primeiros meses, será feita uma avaliação dos resultados para construção de um cronograma de expansão para os demais estados do país. Alexandre Padilha Ministro da Saúde “A expansão da oferta de tratamentos para diabetes no SUS é um exemplo concreto da importância do fortalecimento do nosso complexo industrial. Isso é parte de uma política do governo federal, do presidente Lula, de usar o poder de compra do SUS para aumentar o desenvolvimento industrial brasileiro a fim de garantir medicamentos gratuitos e assistência farmacêutica à população” AVANÇO HISTÓRICO cípios. A capacitação dos profissionais de saúde do Amapá para a transição do tratamento com insulina no SUS ocorreu no dia 27 de janeiro. “A expansão da oferta de tratamentos para diabetes no SUS é um exemplo concreto da importância do for- talecimento do nosso complexo industrial. Isso é parte de uma política do governo federal, do presidente Lula, de usar o poder de compra do SUS para aumentar o desenvolvimento industrial brasileiro a fim de garantir medicamentos gratuitos e assistência farmacêutica à população”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha . “Depois de duas décadas, o Brasil voltou a produzir insulina no país. Isso traz garantia e segurança para os pacientes”, reforça. A glargina é uma insulina de ação prolongada – de até 24 horas, facilitando a manutenção dos níveis de glicose – e de aplicação única no dia. A transição será feita de forma gradual, a partir da avaliação de cada paciente. Nos quatro estados, o Ministério da Saúde está promovendo treinamento para auxiliar os profis- sionais de saúde da Atenção Primária. Após os primeiros meses, será feita uma avaliação dos resultados para construção de um cronograma de expansão para os demais estados do país. O tratamento com insulina glargina pode custar até R$ 250, para dois meses, na rede privada. A ampliação da sua oferta no SUS está alinhada às melhores práticas internacionais. ■ AMAPÁ É UM DOS PRIMEIROS A RECEBER INSULINA MAIS MODERNA PARA TRATAMENTO DE DIABETES NO SUS

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