Diário do Amapá - 15 e 16/03/2026

|CULTURA| DIÁRIO DO AMAPÁ DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA | 15 E 16 DE MARÇO DE 2026 FALECOMOHERALDO E-mail: heraldocalmeida@bol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @heraldocalmeida Instagram: @heraldoalmeida65 19 Cultura HERALDOALMEIDA ‘SUPERGIRL’ - SEGUNDO FILME DONOVO DCU ESTREIA EMJUNHO A pós a estreia de Superman (2025), os fãs já aguardavam o filme solo de Supergirl, que fez uma breve aparição no fil- me de Clark Kent (o suficiente para criar muita expectativa). A produção será a segunda obra ci- nematográfica do novo Universo DC (DCU), liderado por James Gunn e Peter Safran. Diferente de seu primo, a Su- pergirl não foi acolhida por uma família amorosa após sobreviver à tragédia que destruiu seu planeta natal, o que traz uma visão mais cética para a heroína. A trama vai mostrar uma Supergirl mais du- rona, que viaja pelo espaço em uma jornada de autodescoberta e vingança. A fotografia do longa foca em um tom mais sombrio e espacial. Durante sua viagem, Supergirl conhece uma jovem alienígena que busca vingança contra o vilão Krem das Colinas Amarelas, que assas- sinou seu pai. Após Krem ferir Krypto (o Supercão) e roubar sua nave, as duas se unem em uma busca brutal e épica pela galáxia. O longa traz Milly Alcock (A Casa do Dragão) como Kara Zor- El, a Supergirl. Outra figura muito aguardada nos cinemas, o merce- nário Lobo, será interpretado por Jason Momoa, famoso por ter vi- vido Aquaman na fase anterior do DCU. David Corenswet reprisa seu papel como Superman. Com a direção de Craig Gil- lespie (Cruella), Supergirl chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho deste ano. ■ POR WALLACE FONSECA ARTE CINEMATOGRÁFICA O Circo de Tradição Familiar foi registrado como Pa- trimônio Cultural do Brasil na quarta-feira, 11 de março, emdecisão unânime doConselhoConsultivo doPatrimônioCultural, reunidonoPalácioGustavoCapanema, no Centro do Rio de Janeiro (RJ). Com a deliberação, o bem cultural passa a ser inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão, reconhecimento que confirma a relevância dessamanifestação para amemória, a identidade e a formação da sociedade brasileira. A reunião contou com a presença da presidenta da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Maria Marighella, do diretor-executivo Leonardo Lessa, do diretor do Centro de Circo da instituição, Marcos Teixeira, da coordenadora de Programas para o Circo, Anna Flávia Costa Oliveira, da coor- denadora da EscolaNacional de Circo LuizOlimecha (Enclo), Luciana Belchior Mota, além de professores, estudantes, ser- vidores e agentes do campo circense que participaram da longa trajetória de mobilização por esse reconhecimento. Durante a reunião,MariaMarighella destacou a dimensão histórica da conquista e a importância das pessoas que lideraramo processo de reconhecimento do circo de tradição familiar no Brasil. “O patrimônio se relaciona com a vida. É preciso celebrar as pessoas, a família Zanchettini, em nome da nossamestra das artes Edlamar e de Erimeide Zanchettini, do Circo Zanchettini. Vocês são autoras dessa proposta e honram toda essa tradição do circo familiar e do circo itinerante brasileiro”, afirmou. A presidenta da Funarte também ressaltou que março reúne datas simbólicas para a conquista, o mês do Circo e o mês dasmulheres, lembrandoquemulheres circenses lideraram a mobilização pelo reconhecimento da tradição familiar no campo. “Um processo como esse só pode se dar nos marcos da democracia, no compromisso coma cultura e na afirmação radical da cultura como direito. A cultura é o código fonte do Brasil e o circo de tradição familiar opera no imaginário brasileiro. As gentes do circo formam uma constelação que dança, canta e faz chover, e com isso vai adiando o fim do mundo”, destacou, fazendo referência ao pensamento de Ailton Krenak. Maria Marighella também parabenizou o trabalho mobi- lizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), presidido por Leandro Grass, a relatora do processo, Desirèe Tozi, doMinistério da Cultura (MinC), e os representantes do campo circense que contribuíram para a construção do reconhecimento, entre eles o circense José Leão Schlosser, presente na reunião. ■ RECONHECIMENTO CIRCO DE TRADIÇÃO FAMILIAR É RECONHECIDO COMO PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL CULT’ ART A programação de encerramento do Carnaval 2026 na Beira-Rio, apoiada pelo Governo do Estado emMacapá, não levou apenas música e animação ao público. O evento tambémmovimentou a economia local e trouxe fôlego extra para empreendedores que aproveitaram a concentração de foliões para ampliar as vendas. Com a apresentação da banda Chiclete com Banana, a Beira-Rio ficou lotada de famílias, turistas e grupos de amigos que ocuparam cada espaço disponível para acompanhar o show gratuito, que marcou o fim do circuito de desfiles dos blocos e da programação oficial organizada pelo Governo do Amapá. Folia e alegria A cantora e compositora, Nany Rodrigues, além de cantar muito, agora está se destacando como uma excelente fotógrafa. Sua sensibilidade com a arte de fotografar é impressionante e com sensibilidade indiscutível. Parabéns. Fotografia Título da música de Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes. A obra faz parte de um novo projeto dos dois artistas, com poemas musicais eróticos. ...E partimos como um raio na direção do infinito para saborear aquele pouco instante que a imaginação do sonho me deu. Foi real, sim, cada momento e cada sorriso dela em minha direção... Língua Intrusa O planejamento estratégico da segurança pública do Governo do Estado não registrou nenhuma ocorrência grave durante as festividades de Carnaval, em Macapá, até a tarde de sexta-feira, 20. É o que demonstram as estatísticas do Centro Integrado de Comando e Controle Móvel, destacando a execução eficiente do planejamento das forças de segurança. Segundo os dados, em 2025 foram registradas 72 ocorrências durante o Carnaval em todo o estado. Em 2026, o número caiu para 35 registros no mesmo período, representando uma redução de aproximadamente 50%, com destaque para a ausência de ocorrências graves nos eventos carnavalescos. Carnaval seguro Não, ninguém faz samba só porque prefere, coisas nenhumno mundo interfere sobre o poder da criação (Paulo Cézar Pinheiro e João Nogueira). Poder da Criação O mundo tá perdido Com o sumiço do cupido Que eu flechei num tiro certo Pro gelo derreter Fernando Canto / Nivito Guedes

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