Diário do Amapá - 28/03/2026

CIDADES SÁBADO | 28 DE MARÇO DE 2026 10 |CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa O Auditório da OAB-AP ser- virá de local, dia 30 pró- ximo, com início às 18h, do projeto ‘Mulheres fortes: direitos protegidos e emoções acolhidas’ com palavras de expoentes da vida institucional e social do estado. Para anunciar o evento, na manhã desta sexta-feira, 27, estive- ram no programa ‘LuizMeloEntre- vista’ (Diário FM 90,9) a empresária Célia Brazão; Fádia Fabíola, presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cul- tura da Associação Comercial e In- dustrial do Amapá; e Christina Rocha, vice-presidente da OAB/AP. Célia Brazão garantiu que o Mu- lheres Fortes 2026, forma abreviada do acontecimento, não é apenas um evento, mas um verdadeiro ato de coragem, unindo o rigor do direito à sensibilidade do acolhimento hu- mano. A empresária, CEO da Nuance Eventos, registou que o encontro na OAB/AP terá a presença de mulhe- res e homens do setor público e da iniciativa privada, bem como de en- tidades e de organizações comuni- tárias. “Nós estamos fazendo esta mo- bilização não só como mulheres, mas como sociedade, colaborando na luta contra o feminicídio, que li- dera os crimes no Brasil”, disse Célia Brazão. A advogada Christina Rocha re- velou que uma preocupação das Mulheres Fortes é acompanhar o andamento dos processos de femi- nicídio para que eles não fiquem só como marcas de sofrimento de so- frimento das famílias das vítimas. Christina aprovou as providên- cias que vêm sendo tomadas de ti- pificar os crimes contra a mulher. Ela observou que hoje o homem que mata a mulher não é mais tido como autor de um homicídio, mas de feminicídio, e que também já há a tipificação de misoginia. Fádia Fabíola, por sua vez, des- tacou a importância do protago- nismo feminino, como o batom vermelho, chamado de manifesto de voz e resistência, e lançamento de uma cartilha educativa contra a violência. As três informaram que elas estão entre os palestrantes do evento, além da procuradora de justiça, Ivana Lúcia Franco Cei; desembargador Carmo Antônio; e a jornalista e comunicadora Nar- jara Costa. ■ EM SANTANA C om o compromisso de garantir segurança alimen- tar e valorizar o setor pesqueiro, o Governo do Amapá realiza, entre os dias 1 e 3 de abril, mais uma edição estratégica do Programa Peixe Popular da Se- mana Santa. Coordenada pela Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura (Sepaq), a iniciativa projeta a comer- cialização de 170 toneladas de pescado, oferecendo pro- dutos com valores até 30% abaixo dos praticados no mercado convencional. Segurança Alimentar e Preço Justo Para 2026, o programa apresenta uma tabela diversi- ficada que atende a todas as camadas da população, rea- firmando o papel do estado de fomentar a cadeia produtiva pesqueira e conseguir reduzir os preços du- rante a Semana Santa. Entre os destaques, o tambaqui e a pirapitinga serão comercializados por R$ 19,00; dou- rada por R$ 25,00 e o filhote a R$ 28,00 o quilo do pes- cado resfriado. O incentivo à comercialização de peixe vivo também é prioridade, com o quilo pescado fresco saindo a R$ 15,00 com as espécies tambaqui, tambatinga e a pirapi- tinga. Para maior praticidade, há oferta de filés, com des- taque para o de dourada a R$ 40 e os de piramutaba, uritinga e rosado a R$ 28, o quilo. Esses preços evidenciados serão cobrados somente nos municípios de Macapá e Santana. ■ PEIXE POPULAR O Governo do Amapá segue fortalecendo práticas peda- gógicas inovadoras e o protagonismo estudantil na rede pública de ensino. Na Escola Estadual Augusto Antunes, no município de Santana, as disciplinas eletivas estão sendo desenvolvidas de forma integrada, com foco na valorização da história da unidade e na realização do tradicio- nal Festival do Açaí. A iniciativa reúne estudantes e professores em torno de um projeto unificado que celebra os 60 anos da escola, comemo- rados em fevereiro deste ano. As atividades são desenvolvidas semanalmente e envolvem diferentes áreas do conhecimento, com propostas que vão desde pesquisas históricas até produ- ções culturais e científicas. De acordo com o diretor da unidade, Franciley Silva, o pro- jeto nasceu de um movimento coletivo da comunidade escolar e busca resgatar memórias importantes da instituição. “A escola atendeu a um pedido da gestão, dos professores, da comunidade e dos estudantes para trabalhar em cima dos 60 anos da Escola Augusto Antunes. Nós escolhemos o Festival do Açaí como culminância das eletivas, resgatando um momento importante da história da escola e transformando isso em um presente para a comunidade”, destacou o gestor. ■ População terá peixe até 30% mais barato na Semana Santa Protagonismo estudantil é fortalecido com disciplinas eletivas EVENTO DESTACARÁ IMPORTÂNCIA DO PROTAGONISMO FEMININO ‘MULHERES FORTES” O Amapá teve em março, na nova etapa de expansão do programa Gás do Povo, do Governo do Brasil, um total de 28.493 novas famílias contempladas, fruto de um in- vestimento federal de mais de R$ 3,28 milhões. O programa, voltado ao público de baixa renda, assegura a recarga gratuita do botijão de 13 quilos direto nas revendas cre- denciadas, de forma simples, digital e segura. Emmarço, o Gás do Povo alcançou aproximadamente 15milhões de famílias em todo o país. Pelas regras do programa, famílias comduas ou três pessoas podem receber até quatro recargas por ano, ou seja, um vale a cada três meses. Já as famílias com quatro ou mais pessoas podem receber até seis recargas por ano, o equivalente a um vale a cada dois meses. Das mais de 28,4 mil famílias amapaenses beneficiadas em março, 7,3 mil receberam vales de dois meses, e 21,1 mil rece- beram vales de três meses. No Amapá, 24,7 mil famílias atendidas este mês têmmulheres como responsáveis familiares, o que equivale a 87% do total de famílias que receberam o benef ício. NOVA ETAPA–Coma nova etapa de expansão, emmarço, o programa triplicou o número de beneficiários e se consolidou como uma das maiores políticas públicas de cozimento limpo do mundo, ampliando o acesso à energia limpa e segura e reduzindo o uso de alternativas como lenha e carvão, que expõem principalmente mulheres e crianças à fumaça tóxica, a doenças respiratórias e riscos de acidentes domésticos. A nova fase de operacionalização teve início na segunda-feira (23/3), com9,4milhões de famílias recebendo o benef ício nesta etapa. A meta é viabilizar cerca de 65 milhões de recargas por ano às famílias atendidas pelo programa. ■ EM MARÇO Amapá tem mais de 28 mil novas famílias beneficiadas pelo Gás do Povo DOUGLAS LIMA EDITOR

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