Diário do Amapá - 01/04/2026

CIDADES QUARTA-FEIRA | 01 DE ABRIL DE 2026 10 |CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa N a manhã desta terça-feira, 31, o titular da Secretaria de Es- tado da Pesca e Aquicultura (Sepaq), Paulo Nogueira , em fala no ‘LuizMeloEntrevista’ (Diário FM 90,9), detalhou que neste ano de 2026 as vendas do pescado pelo pro- grama Peixe Popular, durante a Se- mana Santa, acontecerão de 1 a 3 de abril, em sete municípios do Amapá: Macapá, Santana, Pedra Branca, Serra do Navio, Tartarugalzinho, Itaubal do Piririm e Vitória do Jari. “Esse é um programa contínuo, de consistência técnica, com capacita- ção, insumos e apoio direto ao produ- tor. É uma missão que nós temos enquanto secretário de pesca: poder fazer a política pública ser uma ver- dade na vida dos produtores, daque- les que querem realmente empreender na área do peixe, do pes- cado, da piscicultura”, pontuou Paulo Nogueira. O programa já está na quarta edi- ção e tem como objetivo oferecer à população espécies de peixes em preço acessível, bem como valorizar o pequeno produtor. “Nós damos toda a assistência, tudo que puder fa- cilitar o ambiente de trabalho, como insumos, cuba, gelo, estrutura de co- bertura, para que facilite a vida do produtor que traz o seu peixe para poder comercializar”, explicou o se- cretário. Haverá novos pontos neste ano em Macapá, na rodovia Centenário, em frente a Polícia Federal, e no bairro Coração. Outra novidade é o “peixe baby”, que pesa de 700 gramas a 1,2kg e que estará sem do vendido a R$11 o quilo. O secretário ressaltou que a mis- são da pasta é fazer com que o peixe seja acessível também em outros pe- ríodos do ano. “Temos uma missão, que é fazer com que o peixe fique mais barato não só na Semana Santa, mas que chegue nas gôndolas dos super- mercados do Amapá com preço justo para quemquer consumir como nosso selo estadual”, destacou ele. ■ NOVA DATA O Governo do Amapá empossou, nesta terça-feira, 31, a professora Francisca Oliveira como nova secretária de Estado da Educação. A assinatura do termo de posse ocorreu em cerimônia realizada no auditório da Se- cretaria, no centro de Macapá. Francisca Oliveira é professora e mestre em Educação pela Universidade Federal do Amapá (Unifap), com ampla experiência na área de gestão pública. Atuou como secre- tária municipal de Educação e Cultura de Calçoene por oito anos. Nos últimos anos, exercia o cargo de secretária ad- junta de Apoio à Gestão da Seed. “Estou honrada por receber essa oportunidade do gover- nador Clécio Luís e espero dar continuidade a todos os pro- gramas e estratégias de sucesso que vêm sendo realizados”, ressaltou Francisca . Profissionais de diversos setores com- pareceram à cerimônia para dar as boas-vindas à nova ges- tora, incluindo o ex-secretário de Estado da Educação, Paulo Lemos, que retorna a Brasília (DF) para concluir seu mandato como deputado federal. “Encerrando meu período à frente da Secretaria de Es- tado da Educação, fico muito satisfeito com os avanços con- quistados por meio do programa Educação que Transforma. Avançamos na inauguração de escolas e emdiversas outras medidas que impactaram positivamente a educação pú- blica. Reafirmo meu compromisso de continuar buscando recursos para a educação amapaense na Câmara dos De- putados”, afirmou Paulo Lemos . ■ NOVA GESTORA A Amapá Previdência (Amprev) anunciou prorrogação do prazo para prova de vida obrigatória. Inicialmente previsto para encerrar em 12 de março, o cronograma foi estendido até 30 de abril. A decisão ocorreu após o órgão constatar que me- tade dos segurados —cerca de 3,3mil pessoas de um total de 6.722 — ainda não atualizou seus dados. A diretora de benef ícios e fiscalização da Amprev, Narleia Sa- lomão, destacou que a atualização é vital para a saúde financeira do estado. Segundo ela, o procedimento abrange tanto servidores civis quanto militares, sejam eles aposentados ou pensionistas. “A prova de vida é essencial para equilibrar nosso cálculo atua- rial e nossa gestão de governança. É através dela que sabemos quem são e onde estão os nossos beneficiários, o que ajuda diretamente a evitar fraudes previdenciárias”, explicou a diretora. Procedimento A fim de facilitar o acesso, especialmente para quem reside no interior, em outros estados ou até fora do país, a Amprev diversi- ficou os canais de atendimento. Confira as opções disponíveis: Online: através do aplicativo Meu RPPS (disponível gratuita- mente para smartphones). O usuário deve anexar fotos do docu- mento de identidade (frente e verso) e realizar o reconhecimento facial seguindo o passo a passo da plataforma. ■ Francisca Oliveira é empossada nova secretária de Estado da Educação Amprev prorroga prazo para prova de vida até 30 de abril PROGRAMA PEIXE POPULAR OFERECE PREÇO ACESSÍVEL NA SEMANA SANTA SANTA EM 7 MUNICÍPIOS O Faltando poucas horas para a entrega oficial do novo Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), em Macapá, marcada para esta terça-feira, 31, às 16h, o sentimento que toma conta dos corredores é de emoção e realização. Para quem acompanhou de perto cada fase da unidade ao longo dos anos, as mudanças representammais do que melho- rias estruturais: são a concretização de um sonho antigo. É o caso da enfermeira Gardênia Araújo, que há quase duas décadas dedica sua vida profissional ao hospital. Com uma trajetória marcada por experiências emdiversos setores, ela fala combrilho nos olhos sobre o que está prestes a ser entregue à população. “Sou enfermeira há quase 20 anos. Já trabalhei nas enfermarias, naUTI, no centro cirúrgico e na emergência infantil. Hoje estou na emergência, no setor de violência infantil, como responsável técnica. Já fui coordenadora de enfermagem e, mesmo assim, não tenho vontade de sair daqui. Tenho orgulho daminha profissão e do que podemos fazer pelo outro”, afirma. Gardênia acompanhou de perto os desafios enfrentados ao longo dos anos, especialmente a limitação estrutural da unidade. Segundo ela, a realidade anterior a essa reforma exigia improviso constante das equipes. “Na UTI, trabalhávamos com oito leitos, sendo que dois sempre estavam inoperantes. Ou seja, seis leitos nunca atenderam à demanda do estado. Muitas vezes, precisávamos improvisar leitos na enfermaria para salvar vidas. Era uma rotina dif ícil, mas fazíamos o possível”, relembra. Hoje, a realidade é completamente diferente. Com a ampliação, o hospital passa a contar commais de 31 leitos de UTI pediátrica, além de uma estrutura moderna e adequada. ■ SONHO ANTIGO ‘Nunca pensei ver desse jeito’, diz enfermeira que se dedica há quase duas décadas ao HCA DOUGLAS LIMA EDITOR

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