Diário do Amapá - 12 e 13/04/2026
| CULTURA | DIÁRIO DO AMAPÁ DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA | 12 E 13 DE ABRIL DE 2026 FALECOMOHERALDO E-mail: heraldocalmeida@bol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @heraldocalmeida Instagram: @heraldoalmeida65 19 Cultura HERALDOALMEIDA MAIUEMCARNEEOSSO: LIVE-ACTIONDE ‘MOANA’ ESTREIAEMJULHO A animação, que foca na cultura polinésia e nas tradições de navegação ancestral, foi um dos maiores sucessos dos estúdios Disney na década de 2010. Com acla- mação de crítica e público, Moana ganhou uma sequência em 2024, e não demorou para os fãs especularem quais atores seriam escalados para um possível live-action da aventura. Os palpites foramquase unânimes: Dwayne ‘e Rock’ Johnson para o papel de Maui. Além do porte f ísico semelhante, o ator, que deu voz ao personagemna versão original, possui a versatilidade e o carisma esperados para o papel. A adaptação promete ser fiel à animação Moana: Um Mar de Aventuras, lançada em 2016. A trama acompanha Moana, filha do chefe da ilha de Motunui, que atende ao chamado do oceano para salvar seu povo de uma terrível mal- dição que ameaça o equilíbrio da na- tureza. Aventurando-se para alémdos recifes, a escolhida une-se ao lendário e exibido Maui, semideus do vento e do mar, para enfrentar criaturas ma- rinhas e restaurar o coração da deusa Te Fiti. As filmagens ocorreram entre julho e novembro de 2024, em locações como o Havaí e Atlanta. Conforme adiantado pelo trailer, os fãs podem esperar um espetáculo visual à altura da obra original. A atriz australiana Catherine La- ga’aia dará vida à Moana, enquanto John Tui (Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw) interpretará seu pai. Com direção de omas Kail (Hamilton) e roteiro de Jared Bush, que também escreveu o filme original, Moana chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho deste ano. ■ POR WALLACE FONSECA ARTE CINEMATOGRÁFICA O Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) lançaram, na quinta- feira (9), em Maceió (AL), o programa Proler Bi- bliotecas, iniciativa estratégica voltada ao fortalecimento de bibliotecas públicas, bibliotecas comunitárias, unidades prisionais com espaço de leitura, serviços especializados, com destaque para escritórios sociais e outros serviços de atenção às pessoas egressas do sistema prisional em todo o Brasil. Na ocasião, além da apresentação da ação, foi detalhado o edital que seleciona Bibliotecas Públicas, Bibliotecas Comunitárias, Unidades Prisionais, Serviços Especializados, Escritórios Sociais e outros serviços de atenção à pessoa egressa do Sistema Prisional para integrar ações formativas e territoriais que fortalecem a mediação de leitura e escrita, ampliam o acesso ao livro e consolidam comuni- dades leitoras em todo o país. O edital está com inscrições abertas e a oportunidade segue até o dia 26 de abril. Saiba mais aqui. Destaque também do Proler, uma novidade é a inci- dência da política no sistema prisional. Em ação intermi- nisterial entre o MinC e o Ministério da Justiça (MJ), o evento contou com a presença e parceria da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Uma oportunidade que amplia o acesso à leitura e fortalece políticas públicas voltadas à inclusão social, especialmente no sistema prisional e no atendimento à pessoa egressa. Na abertura da solenidade, reeducandos do sistema prisional de Alagoas fizeram apresentação artística com rimas, versos e música para o público. Um outro momento importante do evento foi à ho- menagem à professora, pesquisadora e idealizadora do Proler, Eliana Yunes, e para Francisco Gregório Filho, em memória. A professora Eliana Yunes destacou o que ela chamou de “peso leve da memória que representava a sua presença, que sendo homenageada, recebeu essa ho- menagem em nome de uma multidão de pessoas que fez esse programa acontecer no Brasil. Assim, a idealizadora ressaltou a união de pessoas e instituições que partilham do mesmo desejo: o acesso à cultura, leitura e conhecimento para todos e todas. ■ OPORTUNIDADE MINC E UFAL LANÇAM PROLER BIBLIOTECAS PARA FORTALECER O ACESSO À LEITURA NO BRASIL CULT’ ART A antiga Casa Oficial do Governo do Amapá está sendo transformada em um novo espaço turístico e cultural em Macapá. O projeto do Parque Residência prevê requalificação do local, unindo preservação histórica, modernização da estrutura e incentivo ao empreendedorismo. Durante as escavações para a implantação do projeto, especialistas encontraram artefatos que indicam ocupações antigas na área. Segundo pesquisadores, os achados remetem ao período de implantação da Vila de São José de Macapá, em 1750, além de evidências de ocupação ameríndia. Entre os materiais identificados estão fragmentos de cachimbos utilizados por povos originários no consumo de tabaco e outras substâncias, além de registros de um antigo sítio cemitério ameríndio, escavado em 1947 durante a construção da residência oficial. Parque Residência A cantora e compositora, Nany Rodrigues, além de cantar muito, agora está se destacando como uma excelente fotógrafa. Sua sensibilidade com a arte de fotografar é impressionante e com sensibilidade indiscutível. Parabéns. Fotografia Título da música de Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes. A obra faz parte de um novo projeto dos dois artistas, com poemas musicais eróticos. ...E partimos como um raio na direção do infinito para saborear aquele pouco instante que a imaginação do sonho me deu. Foi real, sim, cada momento e cada sorriso dela em minha direção... Língua Intrusa Todos os anos, a Igreja no Brasil mobiliza comunidades e paróquias para viver, durante o período da Quaresma, a Campanha da Fraternidade. Essa iniciativa teve início em 1961, quando três padres que trabalhavam na Cáritas Brasileira — um dos organismos da CNBB — planejaram uma campanha com o objetivo de arrecadar recursos para financiar as atividades assistenciais da instituição. A essa ação deram o nome de Campanha da Fraternidade. Campanha da Fraternidade Não, ninguém faz samba só porque prefere, coisas nenhumno mundo interfere sobre o poder da criação (Paulo Cézar Pinheiro e João Nogueira). Poder da Criação O mundo tá perdido Com o sumiço do cupido Que eu flechei num tiro certo Pro gelo derreter Fernando Canto / Nivito Guedes
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