Diário do Amapá - 21 e 22/04/2026

| NOTA 10 | DIÁRIO DO AMAPÁ TERÇA E QUARTA-FEIRAS | 21 E 22 DE ABRIL DE 2026 14 Rock Fest 3 chega com line-up pesado e espírito underground DIA 25/04 Macapá ganhamais uma noite de distorção, atitude e resistência cultural no próximo dia 25 de abril. A 3ª edição do Rock Fest, realizada peloColetivoNovo Rock Amapá, toma conta do Haule Bar, a partir das 20h, trans- formando o espaço em território livre para o som autoral e a estética underground. O line-up vem afiado e diverso, reunindo Penélope Moderna, Khaos, Mc DoiDo e os 100Noções, RelesMor- tais, Ossos e Destroços e Hammer. Seis bandas que atra- vessam diferentes vertentes do rock e do metal, costurando uma noite que vai do grunge ao thrash, do hard ao punk, sem perder a identidade amazônida. Entre os destaques, a Penélope Moderna chega com uma pegada punk rock, marcada pela dramaticidade poé- tica e performática da vocalista Mary Paes, criando uma experiência que vai alémdo some invade o campo da pre- sença cênica. Já a Mc DoiDo e os 100 Noções mantêm a tradição da irreverência e energia crua no palco, enquanto a Reles Mortais aposta no grunge autoral. Para quem curte peso, Ossos e Destroços entrega o thrash metal direto e sem firula, e a Hammer assume o fechamento da noite com um set de death/thrash. A banda Khaos completa o circuito com a força clássica do metal. Mais do que um evento musical, o Rock Fest se firma como um espaço de circulação, visibilidade e fortaleci- mento da produção independente no estado. “O Rock Fest émais do que show, é encontro, é resistência. A gente cria um espaço onde as bandas autorais podem existir, se conectar com o público e manter viva a cena rock’n’roll amapaense”, destaca o idealizador do festival, Eder Jofre. A iniciativa também reforça o papel do ColetivoNovo Rock Amapá como articulador da cena local. Com cerca de 20 bandas integrando omovimento—entre elas KM9, Hammer, Arma de Fogo, Kobra Sofia e Amnésia —o co- letivo atua na difusão e no fortalecimento do rock autoral, ampliando o alcance da produção para além das frontei- ras do estado. ■ “É uma ação conjunta para a redução do déficit habitacional, na busca da casa própria”. RANDOLFE RODRIGUES Senador pelo Amapá CEL. FREDERICO MEDEIROS Coordenador da Defesa Civil “Esse novo comportamento é explicado pelo que essa população passou a aprender, de que as chuvas passam, e então não se desespera, optando por ficar em casa mesmo, onde recebe a atuação da Defesa Civil e dos órgãos sociais”. “Os povos originários transformaram o mês de abril em um período de resistência, um tempo de luta, reflexão e afirmação. Para nós, além desse significado, é também um momento de entregas concretas. Essa era uma das principais demandas desse povo, e o que entregamos hoje é resultado direto do diálogo e do compromisso que construímos com o povo Wajãpi”. FRASES DA SEMANA CLÉCIO LUÍS Governador do Amapá “A transição está sendo feita na Prefeitura de Oiapoque, pelo vice Oscar, para que possamos tomar pé da situação em que a instituição se encontra, mas que de antemão temos conhecimento que vamos enfrentar uma grande especulação imobiliária, alto custo de vida e déficits na educação, saúde e assistência social”. FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa NOTA 1 DELEGADO INÁCIO Prefeito eleito de Oiapoque ● N os dias 24 e 25 de abril, a As- sociação dos Profissionais da Produção Audiovisual do Estado do Amapá (Aaap) realizará oficinas de produção audiovisual voltadas a jovens de escolas públi- cas e comunidades. A programação será na Escola Quilombola Estadual José Bonifácio, na comunidade do Curiaú, com a expectativa de alcan- çar aproximadamente cem alunos, nesta primeira etapa de capacita- ções. As atividades abordam, de forma prática e teórica, as etapas de pré-produção, produção e pós-pro- dução, capacitando os participantes para a criação de vídeos, curtas- metragens e documentários. A pro- posta busca democratizar o acesso ao audiovisual, estimular a criativi- dade e fortalecer a expressão cultu- ral de jovens em situação de vulnerabilidade social. Segundo o presidente da Aaap, Marcelo Lima, a iniciativa amplia oportunidades e valoriza as narra- tivas locais. “Levar formação audio- visual para dentro das comunidades é abrir caminhos para que esses jo- vens contem suas próprias histó- rias, desenvolvam habilidades e enxerguem novas possibilidades profissionais no setor cultural”, des- taca ele. Além das oficinas, o projeto também prevê exibições de filmes em praças, bairros periféricos e co- munidades, ampliando o acesso ao cinema e promovendo inclusão cul- tural. As ações priorizam espaços já frequentados pelos jovens, como escolas municipais, reduzindo bar- reiras de deslocamento e custo. A iniciativa integra ações de contrapartida social, com foco na inclusão e no fortalecimento do segmento cultural local, incenti- vando a formação técnica e o pro- tagonismo juvenil por meio da arte. O projeto foi contemplado no Edital da Lei de Políticas Culturais Aldir Blanc, com patrocínio do Go- verno Federal e do Ministério da Cultura, e gestão de recursos pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult-AP). ■ OFICINAS DE AUDIOVISUAL CAPACITAM ESTUDANTES DE ESCOLA QUILOMBOLA NO CURIAÚ “Com a aproximação aos vários segmentos sociais, a Unifap se regionaliza, também há a intenção de ampliar o esforço de internacionalizar a instituição utilizando os profissionais e os alunos formidáveis com os quais conta a academia em seus quatro campi e duas educações a distância”. ANTÔNIO SABINO Reitor eleito da Unifap FORMAÇÃO

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