Diário do Amapá - 28/04/2026
PEC da Reparação Organizações como Iniciativa Negra, Unegro e Uneafro realizaram sábado em São Paulo audiência pública para discutir a PEC da Reparação, que institui o Fundo Nacional de Reparação Econômica, além de mecanismos permanentes de reparação e promoção da igualdade racial no País. O evento é aberto e terá participação da deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), e do deputado federal Orlando Silva (PcdoB-SP). Latinha$ O setor de latas fechou 2025 com 34,1 bilhões de unidades comercializadas. Categorias como água em lata (+24%), drinks prontos e energéticos ganharam espaço, enquanto cerveja e refrigerantes mantiveram seus índices. A indústria segue investindo forte, já apostando em retomada neste ano, com Copa e outras festas nos calendários locais. Os dados são da Associação Brasileira da Lata de Alumínio (Abralatas). Rara aparição A União Nacional dos Estudantes (UNE), que anda sumida em todo Governo de esquerda, reapareceu: lançou abaixo-assinado contra a venda da mineradora Serra Verde (GO) para empresa dos EUA. A entidade alerta que o Brasil pode virar apenas exportador de matéria-prima e pede a suspensão do negócio. Mas ninguém foi para a porta da mineradora ou da embaixada Americana protestar. Saldo Free 1 Amanhã a Secretaria Nacional do Trânsito (Senatran) deve soltar uma Portaria que suspenderá por 200 dias os prazos para pagamentos das multas de pedágio free flow do País (aquele sistema automático de pedágio sem cabines, de leitores em torres nas rodovias. Ou seja, como o ano “acaba” em novembro, é provável que esse pepino no meio da pista fique para o próximo Governo resolver. Saldo Free 2 Após audiência pública na Comissão de Viação e Transportes da Câmara, presidida pelo deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ), o Governo foi mais cobrado pelos congressistas sobre o free flow. Já são mais de três milhões de multas no Brasil em apenas três anos, a maioria delas sob contestação dos motoristas – muitos perderam as carterias de habilitação. Só a Rodovia Rio-Santos acumula 1,4 milhão de multas. Vergonha internacional O presidente Lula da Silva e o Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, falaram, falaram… protestaram, e expulsaram dois americanos do Brasil. Mas não explicaram até agora o que fazia nos Estados Unidos, como adido policial e morando bem com aluguel de R$ 48 mil pago pela União, um delegado federal ficha-suja, que dirigiu bêbado aqui, atropelou e matou inocente com carro de placa fria. E cuja irmã, segundo investigação e noticiado, é suspeita de ligação com a facção PCC. Lula e Andrei usaram a melhor estratégia de quem não pode se defender do indefensável: atacar. Aliás, o Governo de Donald Trump publicou nota afirmando que o delegado teria manipulado seu sistema de imigração para forçar a prisão de Alexandre Ramagem, que pediu asilo político e cujo caso está sob análise. O que os adidos americanos fizeram aqui em Brasília para merecer a “reciprocidade” da expulsão? O homem preso por atirar contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de sábado (25), foi identificado pelas autoridades do país como Cole Tomas Allen, segundo informações da agência de notícias Reuters. Os disparos foram efetuados durante um jantar em um hotel, emWashington, onde Trump recebia jornalistas que atuam como correspondentes na Casa Branca. Informações preliminares apontam que Allen é “um homem da região de Los Angeles que, segundo aparenta em redes sociais, é graduado pelo Caltech e trabalha como professor em meio período e desenvolvedor de jogos”. Segundo as autoridades, ele tem 31 anos e reside em Torrance, na Califórnia. De acordo com o procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche, Allen será acusado em um tribunal federal já na próxima segunda-feira (26). As acusações serão de agressão a um agente federal, disparo de arma de fogo e tentativa de homicídio contra um agente federal. Reforma da Casa Branca Após o ataque, Trump usou as redes sociais para associar o caso à necessidade de reforma da Casa Branca. Trump defende a construção de um salão de baile no prédio histórico, obra que foi questionada na Justiça. “Todos os presidentes, nos últimos 150 anos, vêm exi- gindo a construção de um grande, seguro e protegido salão de baile nos terrenos da Casa Branca. Esse evento jamais teria ocorrido com o Salão de Baile militar de nível máximo de sigilo”, argumentou. “O processo judicial ridículo sobre o salão de baile, movido por uma mulher que passeava com seu cachorro e que absolutamente não tem legitimidade para apresentar tal ação, deve ser arquivado imediatamente. Nada deve ser permitido a interferir em sua construção”, acrescentou. A obra tem tido seu cronograma adiado por conta do processo citado por Trump. (Com informações da Reuters) ■ ACUSADO Autoridades dos EUA identificam autor de atentado contra Trump O DiaNacional de Prevenção e Combate àHipertensãoArterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo coma Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial. OMinistério da Saúde define a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, como uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. “A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja dis- tribuído corretamente no corpo”, detalhou a pasta, ao citar a hipertensão arterial como umdos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. Ainda segundo a pasta, a hipertensão ar- terial é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há diversos fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial de cada indivíduo, incluindo: tabagismo; • consumo de bebidas alcoólicas; • obesidade; • estresse; • elevado consumo de sal; • níveis altos de colesterol; • sedentarismo. • 12 por 8 Em setembro do ano passado, uma nova diretriz brasileira demanejo da pressão arterial passou a considerar a aferição 12 por 8 não mais como pressão normal, mas como indi- cador de pré-hipertensão. Odocumento foi elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pela Sociedade Bra- sileira deNefrologia e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão. De acordo coma diretriz, a reclassificação tem como objetivo identificar precocemente indivíduos em risco e incentivar intervenções mais proativas e não medicamentosas no in- tuito de prevenir a progressão do quadro de hipertensão dos pacientes. Para que a aferição seja considerada pres- são normal, portanto, ela precisa ser inferior a 12 por 8. Valores iguais ou superiores a 14 por 9 permanecem sendo considerados qua- dros de hipertensão em estágios 1, 2 e 3, a de- pender da aferição feita pelo profissional de saúde em consultório. Sintomas Os sintomas da hipertensão arterial cos- tumam aparecer somente quando a pressão sobe muito, quadro que pode gerar dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangra- mento nasal. Diagnóstico Medir a pressão regularmente, segundo oministério, é a únicamaneira de diagnosticar a hipertensão arterial. A orientação é que pessoas acima de 20 anos meçam a pressão ao menos uma vez por ano. “Se houver casos de pessoas com pressão alta na família, deve-se medir no mínimo duas vezes por ano”. ■ DOENÇA CRÔNICA HIPERTENSÃO: SILENCIOSA E HEREDITÁRIA, DOENÇA PEDE MUDANÇA DE HÁBITOS V Foto/ Marcelo Camargo/Agência Brasil ESPLANADA |OPINIÃO | DIÁRIO DO AMAPÁ TERÇA-FEIRA | 28 DE ABRIL DE 2026 5 ComWalmor Parente (DF), BethPaiva (RJ) eHenrique Barbosa (PE) E-mail: reportagem@colunaesplanada.com.br LEANDRO MAZZINI PODER , POLÍTICAEMERCADO
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