Diário do Amapá - 13/05/2026
FALECOM0COMERCIAL E-mail: comercial.da@bol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa Os estudantes comdívidas doFundode Financiamento Estudantil (Fies) podem renegociar seus débitos a partir de quarta-feira (13), por meio do Desenrola Fies que prevê descontos para a quitação de até 99% sobre o valor da dívida. AResoluçãoCG-Fies nº 66, que trata da renegociação, está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (12). Pode participar o estudante com contrato firmado até 2017 e que estava em fase de amortização – ou seja, em fase de pagamento – em 4 de maio de 2026. A negociação pode ser feita até 31 de dezembro de 2026. “Os estudantes do Fies que querem aderir ao Desenrola poderão renegociar débitos diretamente junto à Caixa Eco- nômica e ao Banco do Brasil”, informou o ministro da Edu- cação, Leonardo Barchini. Ele acrescentou que “a negociação deve ser realizada nos canais digitais dos bancos". “Neste Desenrola, temos também condições especiais para quem paga em dia e quer aproveitar as condições para quitar sua dívida mais rápido: os adimplentes terão 12% de desconto para zerar os débitos”, completou o ministro da Educação. ■ DESENROLA Fies: estudante pode renegociar dívida a partir desta quarta ● ECONOMIA | ECONOMIA | DIÁRIO DO AMAPÁ 7 QUARTA-FEIRA | 13 DE MAIO DE 2026 P elo segundo mês consecutivo, o custo da cesta básica subiu em todas as capitais brasi- leiras e também no Distrito Federal no mês de abril. As maiores eleva- ções foram identificadas em Porto Velho, onde a variação média foi de 5,60%, seguida por Fortaleza (5,46%), Cuiabá (4,97%), Boa Vista (4,36%), Rio Branco (4,05%) e Tere- sina (4,02%). Os dados são da Pesquisa Na- cional da Cesta Básica de Alimentos, levantamento divulgado mensal- mente pelo Departamento Inter- sindical de Estatística e Estudos So- cioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abaste- cimento (Conab), Em março deste ano, a pesquisa já havia apontado elevação em todas as capitais brasileira. No acumulado do ano, todas as capitais registraram alta no preço médio da cesta básica, com taxas que oscilaram entre 1,56%, em São Luís, e 14,80%, em Aracaju. Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo da cesta foi o leite integral, que aumentou em todas as capitais analisadas. Amaior alta foi registrada emTeresina, onde a variação média chegou a 15,70%. Segundo a pesquisa, isso ocorreu pela redução da oferta no campo devido à entressafra, o que elevou o preço dos derivados lácteos. O preço do feijão, por sua vez, teve alta em 26 capitais brasileiras, com exceção de Vitória, onde não variou. Outro produto que pesou no valor da cesta foi o tomate, que apresentou alta em 25 cidades, com quedas no Rio de Janeiro e Belo Horizonte e alta expressiva de 25% em Fortaleza. Já o pão francês, o café em pó e a carne bovina de primeira tiveram alta em 22 das 27 cidades analisa- das. São Paulo tem a cesta mais cara Mais uma vez, a cesta básica mais cara do país foi a de São Paulo, onde o custo médio em abril foi R$ 906,14. Em seguida estavam as cestas de Cuiabá (R$ 880,06), Rio de Janeiro (R$ 879,03) e Florianópolis (R$ 847,26). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Ara- caju (R$ 619,32), São Luís (R$ 639,24), Maceió (R$ 652,94) e Porto Velho (R$ 658,35). Com base na cesta mais cara do país, que em abril foi a de São Paulo, e levando em consideração a deter- minação constitucional que estabe- lece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, trans- porte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o salário mínimo em dezembro deveria ser de R$ 7.612,49 ou 4,70 vezes o mínimo de R$ 1.621 vigente. ■ CESTA BÁSICA FICA MAIS CARA EM TODAS AS CAPITAIS NO MÊS DE ABRIL MÍNIMO ELEVADO V Foto/ Valter Campanato/Agência Brasil
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