Diário do Amapá - 23/05/2026
| NOTA 10 | DIÁRIO DO AMAPÁ SÁBADO | 23 DE MAIO DE 2026 14 Artesãos amapaenses movimentam mais de R$ 215 mil em vendas em Sampa SALÃO DO ARTESANATO Com mais de 2,1 mil peças comercializadas e en- comendadas, a participação dos artesãos ama- paenses no 22º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, de 13 a 17 de maio, em São Paulo, rendeu um total de R$ 215.998,00 em vendas. O estande do Amapá, no evento, contou com 7 artesãos selecionados pelo Go- verno do Estado. Os dados são da Pesquisa de Faturamento e Satisfa- ção aplicada pela Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete) durante os cinco dias de feira. O levantamento aponta um total de 115 peças en- comendadas no valor de R$ 6.175,00. “As feiras nacionais são uma ótima oportunidade para nossos artesãos venderem peças e fecharem bons negócios com encomendas, não só durante o evento, mas também no pós-feira. Uma das políticas do gover- nador Clécio Luís é o incentivo ao artesanato, com a presença cada vez maior dos artesãos em grandes even- tos dentro e fora do Estado”, disse Marcelino Flexa, se- cretário de Estado do Trabalho e Empreendedorismo. O 22º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras é um dos mais representativos eventos do setor no país, com uma diversidade cultural que articula tradição, identi- dade e inovação. As mais de cinco toneladas de peças em madeira, argila, sementes e fibras vegetais foram transportas de Macapá até São Paulo no caminhão baú do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB). O estande do Amapá foi cedido, também, pelo PAB. É a segunda vez, este ano, que o Governo do Estado assegura a participação dos artesãos do Amapá em fei- ras nacionais. Agora, os artesãos se preparam para estar presentes na 26ª Feira Nacional de Negócios do Arte- sanato (Fenearte), considerada a maior do segmento da América Latina. O evento acontecerá de 08 a 19 de julho, em Olinda (PE). São 7 vagas para os artesãos amapaenses. O prazo para inscrição vai até 4 de junho, de forma presencial e on-line. ■ “Os moradores do Coração são acolhedores e precisam desses serviços essenciais. Por isso, estamos sempre à disposição para atender as necessidades da comunidade”. LEONARDO BRUNO Titular da Semob DARNIELLE GOMES Responsável técnica do serviço aeromédico do Samu “Somente em maio já ultrapassamos todos os atendimentos realizados nesse mesmo período do ano passado. É um serviço que atende vidas em situações extremamente delicadas, em locais de difícil acesso, e isso mostra o quanto o Estado avançou na capacidade de resposta”. “Nós temos crianças indígenas, quilombolas e ribeirinhas por todo o estado do Amapá. Então, é necessário considerar uma abordagem diferente nesses casos. É muito importante que estejamos tratando sobre essa pluralidade no sistema de garantias de direitos”. FRASES DA SEMANA NEUZA BARBOSA Promotora de justiça “Nosso objetivo é aproximar os serviços públicos das comunidades garimpeiras, garantindo acesso à saúde, cidadania e ações que promovam mais qualidade de vida para os trabalhadores da região”. FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa NOTA 1 MAMEDE BARBOSA Secretário de Estado da Mineração ● O translado do avião Bandei- rante EMB-110 pelas ruas de Macapá, realizado nesta quinta-feira, 21, reservou umsimbo- lismo histórico profundo: a aeronave cruzou a via que nasceu para ser a primeira pista de pouso da capital amapaense. Ao ingressar na Avenida FAB emdireção ao novo Parque Re- sidência — onde já está instalada — , o deslocamento do antigo bimotor refez a rota que conectou o Amapá ao restante do país na década de 1940. Durante todo o trajeto, iniciado nas primeiras horas da manhã, a operação foi recebida com entu- siasmo pela população. Moradores, trabalhadores e estudantes pararam para registrar e acompanhar de perto a aeronave percorrendo o iti- nerário entre o Aeroporto Interna- cional de Macapá e o Centro Histórico, transformando a com- plexa ação logística em um mo- mento de celebração e nostalgia nas calçadas da Avenida FAB. Entre os cidadãos que interrom- peram a rotina para acompanhar a passagem do bimotor estava o con- tador amapaense Paulo Tavares, que relembrou com emoção a infância ao rever a estrutura que não via há décadas. “Olha a história do Amapá aí. Eu era menino quando esse avião che- gou aqui ao governo, faz muitos anos. Ver ele passando agora nomeio da rua e indo lá para a Residência Oficial é reviver o nosso passado. Até comentei com as pessoas ao redor sobre a importância disso; é bomde- mais ver a história do nosso estado sendo valorizada”, relatou omorador antes de registrar o momento em uma fotografia. Antes de se transformar no prin- cipal eixo político, administrativo e cívico do município, a Avenida FAB foi aberta originalmente como uma pista de terra batida. Projetado no período da Segunda Guerra Mun- dial e consolidado na gestão do go- vernador Janary Nunes, o espaço recebia aeronaves militares e do Correio Aéreo Nacional no trecho que hoje corta a Rua Eliezer Levy. Os voos pioneiros eram fundamentais para o abastecimento do então Ter- ritório Federal, transportando insu- mos médicos, mantimentos e promovendo a integração regional antes da transferência definitiva das operações para o atual aeroporto da cidade. Presente no acompanhamento do trajeto, a secretária de Estado do Turismo, Synthia Lamarão, destacou o impacto domomento para o forta- lecimento da identidade cultural e do turismo local, enfatizando o resgate da vocação original da via pública. ■ TRANSLADO DO AVIÃO BANDEIRANTE RESGATOU PASSADO DA AVENIDA FAB COMO PRIMEIRA PISTA DE POUSO DA CAPITAL “Faço esse convite especial a todos os educadores e gestores que estão aqui na Bett Brasil para acompanhar esse momento. Nós vamos compartilhar as estratégias que nós, em um estado do Norte do Brasil, com um território diverso e dentro da nossa realidade, conseguimos para alcançar resultados históricos na educação indígena, quilombola e ribeirinha”. SANDRA CASIMIRO Sec. adj. de Políticas Educacionais NOSTALGIA
RkJQdWJsaXNoZXIy NDAzNzc=