Diário do Amapá - 14 e 15/06/2026
NOVO TENTA SE EQUILIBRAR ENTRE CANDIDATURA DE ZEMA E ALIANÇAS COM FLÁVIO BOLSONARO NOS ESTADOS A o apostar no nome de Romeu Zema para a Presidência da República, o Novo tenta se firmar como uma alter- nativa da direita ao bolso- narismo. Nos estados, po- rém, o partido não tem conseguido abrir mão de alianças com o PL, de Flávio Bolsonaro, para aumentar as bancadas e garantir o rompimento da chamada cláusula de barreira. São necessários 2,5% dos votos válidos, dis- tribuídos em pelo menos nove estados, com no mí- nimo 1,5% dos votos válidos em cada um deles ou eleger 13 deputados federais, dis- tribuídos em pelo menos nove estados. O presidente da legenda, Eduardo Ribeiro, avalia que o partido chega em 2026 com mais musculatura do ponto de vista político e financeiro. Nas eleições de 2018 e 2022, o Novo não utilizou recursos dos Fundos Par- tidário e Eleitoral, estratégia revista nas eleições municipais de 2024 e que, segundo ele, deu resultado. O partido passou de 35 vereadores e um prefeito, eleitos em 2020, para 264 vereadores, 36 vice-prefeitos e 19 prefeitos, quatro anos depois. Segundo dados divulgados pelo Tri- bunal Superior Eleitoral (TSE), o Novo terá mais R$ 37 milhões de Fundo Eleitoral para as eleições deste ano. Com mais recursos em caixa, a ex- pectativa do presidente do partido é repetir o salto das eleições municipais na disputa deste ano, quando o partido deverá ter no- minata completa na maio- ria dos estados do país. Ter uma nomitata completa significa que o partido terá candidato em todas as vagas possíveis em uma disputa. No caso dos estados, nas eleições 2026, governador, vice-go- vernador e deputado es- taudal. Na Câmara dos Depu- tados, onde o partido conta com cinco deputados, a projeção do partido é au- mentar a bancada para, no mínimo, 12. “No mínimo 12, mas a projeção mais otimista seria de 15 a 20 deputados. Se tudo der errado, a gente faz 12. E se o Zema crescer, passar de dois dígitos e ficar mais com- petitivo, a tendência é puxar mais”, pontuou Ribeiro. ■ ELEIÇÕES 2026 Partido tenta se firmar como uma alternativa da direita ao bolsonarismo no campo nacional. Pesquisas mostram, no entanto, que a disputa entre os nomes que tentam emplacar uma terceira via segue embolada. POLÍTICA |POLÍTICA | DIÁRIO DO AMAPÁ DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA | 14 E 15 DE JUNHO DE 2026 FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa 10 T em um antigo ditado que diz que quando alguémou pessoasmetaforicamente jogam muitas pedras em alguém com certeza e com cerveja querem esconder o jogo pra evitar a descoberta da sujeira escondida debaixo do tapete. Este tipo de gente é exatamente aquele tipo maluco com metralhadora giratória, ele que alucinadamente dispara pra todo lado sem antes raciocinar para ter a exata dimensão da situação, analisar os fatos, avaliar as formas ra- cionais de estratégia. Gente assimnão pensa, apela, e apela muito, e sempre e quase sempre dá vazão a absurdas emoções, fazem cagadas mil, fazem de tudo pra atrair a atenção pública, e depois, tardiamente se arrependem! E aí, senhores e senhoras, Inês já é morta! A cagada tá feita! Tarde demais para retificações e desculpas esfarrapadas! Foi assim e está sendo assim com o caso do Banco Master e foi assim e está sendo assim como caso do escândalo da Previdência Social, uma “promocion” gerada pelo tal Careca da Previdência, exatamente “o cara” que muito aprontou pros aposentados e pensionistas, no- meado no governo bolsonarista. Agora, o caso do Banco Master cai “coladi- nho” no “colinho” do Flávio, logo ele que vive a jogar pedras no presidente Lula, e paralelamente, tira uma de “gringo latino americano”, justamente, aquela “linda mente brasileira” a lamber as botas de Donald Trump e séquitos seguidores. Resultado do ato nupcial com o “Master” Vorcaro e com o trumpismo: Queda inevitável nas pesquisas! Sinal de que a sociedade brasileira está acor- dando, não dorme e está atenta aos fatos, ao noticiário nacional e internacional, pois, afinal de contas, nem tudo que reluz é ouro! Portanto, quem tem telhado de vidro, não atire pedras nos outros! A história mostra fatos e mais fatos de dis- cursos nacionalistas sempre a escamotear más intenções totalitárias. Adolf Hitler, Mussoline, Stalin, Hugo Chavez e Maduro começaram exatamente assim, com falsos discursos populistas, discursos naciona- listas, para depois, articularem acordos até com o “coisa ruim” visando a extensão do po- der. As conveniências de momento sempre co- locam em xeque-mate o caráter político deste tipo de gente, se é que se pode chamar de gente déspotas e entreguistas capazes de tudo pra se manter no poder. Saber separar o joio do trigo, caríssimo eleitor, e o caroço, da boa fruta, eis o X da questão! Refletir, é preciso! É isso aí gente! ■ E-mail: grandearquitetoap@hotmail.com WELLINGTONSILVA Jornalista e Historiador Telhado de vidro V Foto/ LEANDRO CHEMALLE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
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