Diário do Amapá - 17/07/2026
V Foto/ Acervo/TV Globo O jornalista Renato Machado, ex-apre- sentador do Bom Dia Brasil, morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 83 anos, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. A causa da morte foi insuficiência cardíaca. Um dos grandes nomes do telejornalismo brasileiro, Renato Machado teve uma carreira de mais de 40 anos na TV Globo, onde marcou gerações de telespecta- dores. Foi apresenta- dor do Bom Dia Bra- sil, do Jornal da Globo e do RJTV, integrou a bancada do Jornal Na- cional, trabalhou como correspondente internacional e repór- ter especial e recebeu indicação ao Emmy Internacional. Entre 1996 e 2010, ele foi apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, período em que ajudou a refor- mular o telejornal. Ao lado de Leilane Neu- barth e, posteriormen- te, de Renata Vascon- cellos, adotou um for- mato mais dinâmico, com maior interação entre os apresentado- res, entradas ao vivo de repórteres e comen- taristas e um uso mais amplo do estúdio. Em nota, a Clínica São Vicente lamentou o falecimento do jornalista Renato Machado e expressou suas condolências à família. O corpo de Renato será velado nesta sexta- feira (17), às 11h30, na Capela 8 do Memorial do Carmo (Rua Monsenhor Manuel Gomes, 287, Caju). Às 14h30, ele será encaminhado para cremação. ■ Renato Machado, referência do telejornalismo brasileiro, morre aos 83 anos no Rio LUTO NA TTVV Carioca, Renato era filho de um militar e de uma secretária bilíngue. Formado em Direito, ele chegou a passar no concurso do Itamaraty, mas boicotou o exame de vista para seguir sua verdadeira vocação: ver o mundo de perto e relatar a história. Ator Trecho Do Texto F oi com uma sensação agridoce que Alok retornou a Londres, em junho, para abrir sua próxima turnê, Rave the World. Das mesmas calçadas onde agora seus fãs aguardavama abertura das portas daO2Academy, casa de shows no lendário bairro de Brixton, oDJ recolhia bitucas de cigarro em 2010, quando se mudou para a capital britânica com o sonho de viver de música. Ele e o irmão, Bhaskar, tinham começado a tocar juntos e viram algumas faixas terem bom desempenho bem em plataformas de streaming voltadas à música eletrônica. Decidiram mudar-se para Londres, atraídos por um mercado mais aberto ao gênero. Mas os planos não saíramcomo o esperado, e tudo o queAlok conseguiu para se manter foi um emprego de barback, uma espécie de assistente de barman. Esse tipo de trabalho, porém, não lhe era estranho. Foi o mesmo caminho que seus pais, Ekanta e Swarup — que mais tarde se tornariam nomes seminais do psy- trance, subgênero psicodélico da música eletrônica, no Brasil — trilharam. A mãe se mudou para Orlando, levando os filhos, para trabalhar como faxineira emuma boate. Foi ali que conheceu o psytrance e decidiu começar a tocar. "Meu pai foi visitar a gente e acabou curtindo também. Eles começaram a pegar discos de vinil, equipamento de som, levar para o Brasil e tocar para 30 pessoas. Era quase contracultura, porque a música eletrônica não tem matriz brasileira, como samba, pagode, sertanejo e MPB. Como vi esse processo deles, para mim foi natural seguir o meu também", diz. Nascido em Goiânia, Alok conta que, até por volta dos 13 anos, era quase nômade. Alémda cidade americana conhecida por seus parques temáticos, ele se lembra comdetalhes, por exemplo, de quando viveu emAmsterdã, em uma comunidade hippie. "Meus pais me tiraram da sociedade. Na Holanda, morei em um prédio abandonado que tinha sido um hospital. Depois fui para Alto Paraíso, na Chapada dos Veadeiros. Quando fui inserido na sociedade, emBrasília, tive um choque de realidade e comecei a questionar meus próprios valores, como se aquilo estivesse com- pletamente fora do sistema", lembra o DJ, aos 34 anos. ■ O PASSADO DE ALOK EM LONDRES: 'EU LIMPAVA O CHÃO DO BAR ENQUANTO O DJ TOCAVA' Mãe de Kris Jenner, matriarca da Kardashians, morre aos 91 anos M ary Jo Campbell, mãe de Kris Jenner e avó das irmãs Kardashian-Jenner, morreu aos 91 anos. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16) pela empresária, que prestou uma homenagem à mãe em uma publicação no Instagram. A causa da morte não foi divulgada. Na homenagem, amatriarca da famíliaKardashian descreveu a mãe como "o coração da família" e afirmou que foi com ela que aprendeu valores como o amor pela família, a gentileza, a resiliência e a fé. Ao encerrar a mensagem, a empresária disse que seu coração está "partido em um milhão de pedaços" e agradeceu à mãe pela infância e pela vida que teve. "Eu vou te amar para sempre, mamãe. Obrigada por ter nos dado tudo", escreveu. Mary Jo Campbell, conhecida como MJ, fez participações frequentes no reality "Keeping Up with the Kardashians". Em 1980, ela fundou a boutique infantil Shannon & Co., em San Diego. Em entrevista ao Daily Beast, em 2012, MJ relembrou que Kim Kardashian costumava passar um tempo na loja quando era criança e chegou a ajudar a contar o dinheiro do caixa, en- quanto cantava uma música sobre dinheiro e contagem. ■ EMPRESÁRIA V Foto/ Clément Protin/Divulgação via BBC V Foto/ Reprodução/Instagram ■ O jornalista Renato Machado ■ Mary Jo Campbell, mãe de Kris Jenner, morreu nesta quinta-feira (16). ■ DJ Alok nos bastidores da O2 Academy, em Brixton, em Londre Um dos DJs mais famosos do mundo conta que começou a carreira como barback, uma espécie de assistente de barman, nas boates de Londres. GERAL SEXTA-FEIRA | 17 DE JULHO DE 2026 13 | GERAL | DIÁRIO DO AMAPÁ FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa TURNÊ
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