Diário do Amapá - 02 e 03/08/2026
| CULTURA | DIÁRIO DO AMAPÁ DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA | 02 E 03 DE AGOSTO DE 2026 FALECOMOHERALDO E-mail: heraldocalmeida@bol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @heraldocalmeida Instagram: @heraldoalmeida65 19 Cultura HERALDOALMEIDA SUPERSOLDADOS CAUSAM TERROR EM ‘PROTOCOLO DE EXTERMÍNIO’ J á sabemos que a brilhante A24 vai muito além de produções cult e histórias de terror. A pro- dutora tem viajado cada vez mais por outros gêneros e, até o momento, mantendo o selo de qualidade espe- rado. Dito isso, a nova trama de ação dirigida pela mente por trás de God- zilla vs. Kong traz vislumbres que lembram os clássicos de ficção cien- tífica de décadas passadas. Protocolo de Extermínio acom- panha uma ex-atiradora de elite e mãe solo que precisa usar suas habi- lidades de combate para proteger a filha. A grande ameaça é um grupo de soldados geneticamente modifi- cados que escapou de uma instalação militar secreta. A violência toma conta de uma região isolada, onde mãe e filha tentavam levar uma vida tran- quila. Já existem teorias de que a própria protagonista pode ter feito parte do experimento militar que deu habili- dades aos supersoldados, mas resta esperar para ver o desfecho da tra- ma. O visual marcante dos vilões e as sequências de perseguição misturam o ritmo frenético da ação coma tensão do gênero slasher. Além dos tiroteios e combates, a dinâmica de sobrevi- vência entre mãe e filha deve ser outro ponto central muito bem explorado. A direção fica a cargo de Adam Wingard, enquanto Adria Arjona (Pis- que Duas Vezes) vive a ex-militar. O lutador brasileiro Alex Pereira, o ‘Poa- tan,’ interpretará o temido supersoldado denominado ‘O Açougueiro’. O britâ- nico Dan Stevens (A Bela e a Fera) será um cientista alemão ligado aos experimentos genéticos. Protocolo de Extermínio chega aos cinemas brasileiros em 22 de ou- tubro deste ano. ■ POR WALLACE FONSECA ARTE CINEMATOGRÁFICA A ediçãoTrabalho escravo doméstico: silêncio e servidão, do Caminhos da Reportagem, venceu o 2º Prêmio da Associação das Defensoras e dos Defensores Pú- blicos de Minas Gerais de Jornalismo (ADEP-MG). O pro- grama da TVBrasil conquistou o primeiro lugar na categoria Vídeo da iniciativa, que reconhece trabalhos jornalísticos que contribuempara ampliar o reconhecimento da sociedade sobre a Defensoria Pública, os direitos humanos e o acesso à justiça. A cerimônia de premiação do 2º Prêmio ADEP-MG ocorreu nesta quinta-feira (30), no Auditório da Defensoria Pública de Minas Gerais, em Belo Horizonte. A escolha dos trabalhos vencedores foi realizada pela Comissão Julgadora do prêmio, composta por representantes da De- fensoria Pública do Estado de Minas Gerais, da ADEP-MG e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais deMinas Gerais. Os trabalhos inscritos foram avaliados com base nos critérios estabelecidos em edital: adequação ao tema, qualidade técnica, relevância social, abordagem sobre o papel da Defensoria Pública e precisão nos termos jurídicos. As categorias dessa segunda edição do Prêmio ADEP- MG foram divididas em Impresso, Vídeo e Internet, com o tema Defensoria Pública e Acesso à Justiça. Edição premiada Exibida em 20 de abril de 2026, a edição Trabalho escravo doméstico: silêncio e servidão apresenta histórias de mulheres que foram escravizadas e discute formas de aprimorar o pós-resgate. As equipes de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e BeloHorizonte do Caminhos da Reportagem ouviram relatos das domésticas escravizadas. No ar desde 2008, o Caminhos da Reportagem é uma das produções jornalísticas brasileira mais prestigiadas pelo público e a crítica. No final de 2025, o programa da TV Brasil ultrapassou a marca de 100 prêmios recebidos. Os reconhecimentos atestam a relevância editorial, a qualidade jornalística e o compromisso da equipe com reportagens aprofundadas sobre os mais variados temas de interesse público. ■ PREMIAÇÃO CAMINHOS DA REPORTAGEM VENCE O 2º PRÊMIO ADEP-MG DE JORNALISMO CULT’ ART A abertura da Semana Estadual do Marabaixo 2026 reuniu milhares de pessoas no Parque Residência, em Macapá, em uma celebração da cultura afro-amapaense marcada pelo encontro entre tradição, música e ancestralidade. Promovido pelo Governo do Amapá, o evento teve como atração nacional a cantora Alcione, que exaltou a riqueza cultural do estado e a força das comunidades que mantêm viva uma das mais importantes manifestações tradicionais da Amazônia. A programação marcou o início de mais uma edição da Semana Estadual do Marabaixo, reforçando o compromisso do Governo do Estado com a preservação e valorização do patrimônio cultural amapaense. O evento reuniu artistas locais, grupos tradicionais e o público em uma grande celebração da identidade afro-amapaense, fortalecendo o intercâmbio cultural e ampliando a visibilidade das tradições do estado. Marabaixo A cantora e compositora, Nany Rodrigues, além de cantar muito, agora está se destacando como uma excelente fotógrafa. Sua sensibilidade com a arte de fotografar é impressionante e com sensibilidade indiscutível. Parabéns. Fotografia Título da música de Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes. A obra faz parte de um novo projeto dos dois artistas, com poemas musicais eróticos. ...E partimos como um raio na direção do infinito para saborear aquele pouco instante que a imaginação do sonho me deu. Foi real, sim, cada momento e cada sorriso dela em minha direção... Língua Intrusa Todos os anos, a Igreja no Brasil mobiliza comunidades e paróquias para viver, durante o período da Quaresma, a Campanha da Fraternidade. Essa iniciativa teve início em 1961, quando três padres que trabalhavam na Cáritas Brasileira — um dos organismos da CNBB — planejaram uma campanha com o objetivo de arrecadar recursos para financiar as atividades assistenciais da instituição. A essa ação deram o nome de Campanha da Fraternidade. Campanha da Fraternidade Não, ninguém faz samba só porque prefere, coisas nenhumno mundo interfere sobre o poder da criação (Paulo Cézar Pinheiro e João Nogueira). Poder da Criação O mundo tá perdido Com o sumiço do cupido Que eu flechei num tiro certo Pro gelo derreter Fernando Canto / Nivito Guedes
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