Diário do Amapá - 09/09/2026
| NOTA 10 | DIÁRIO DO AMAPÁ QUARTA-FEIRA| 09 DE SETEMBRO DE 2026 14 ■ Amapá amplia diálogo sobre políticas culturais em seminário EM MANAUS O Amapá esteve representado nas discussões sobre políticas públicas de cultura durante o Se- minário Regional Norte do ProgramaNacional dos Co- mitês de Cultura (PNCC), realizado emManaus (AM). A programação reuniu representantes dos Comitês de Cultura e Agentes Territoriais de Cultura de diferentes estados, promovendo uma ampla troca de experiências sobre as realidades culturais dos territórios brasileiros. Representaram o Amapá os agentes territoriais de cultura Pablo Sena, de Macapá; Kléya Imbiriba, de PortoGrande; eNahare Kopikahok, deOiapoque, além da representante do Comitê de Cultura no Amapá, Georgeana Reis e Amanda Carvalho, tutora do projeto apresentado pelo estado do Amapá. A participação do grupo possibilitou apresentar experiências desenvolvi- das no estado, conhecer iniciativas de outros territórios e ampliar a articulação entre agentes que atuam dire- tamente na construção e democratização das políticas culturais. Para Kléya Imbiriba, o encontro foi uma oportuni- dade de reconhecimento, aprendizado e fortalecimento diante dos desafios enfrentados por quem trabalha di- retamente com a cultura nos territórios. Durante o se- minário, ela apresentou a cartografia cultural do Amapá e também foi convidada a integrar amesa “Diá- logos sobre os desafios de circulação cultural e demo- cratização de acesso na região Norte”. “Oencontro de agendas territoriais da regiãoNorte do PNCC foi ummomento de troca, aprendizado e re- conhecimento. Paramim, enquantoAgente Territorial, foi bastante interessante conhecer as dificuldades dos outros agentes e perceber que não estamos sozinhos. Apresentar a cartografia cultural do meu estado para outros estados e conhecer a de cada umdeles foi muito motivador. Compor a mesa sobre os desafios de circu- lação cultural e democratização de acesso na região Norte foi ummomento ímpar, porque pudemos discu- tir a nossa realidade nortista com quem conhece, de fato, as múltiplas realidades da região amazônica”, re- latou Kléya. ■ ● CIVISMO O desfile das forças armadas e auxiliares, além de repre- sentantes da sociedade civil, nesta segunda-feira, 7, mar- cou a celebração da Independência do Brasil para a pequena Ana Júlia, de 9 anos. A mãe da menina e ad- miradora da PolíciaMilitar, Marisa Picanço ressaltou o sentimento de orgulho e reconhecimento da pró- pria brasilidade coma passagemda tropa no Sambódromo deMacapá. “É um momento importante e, todos anos, trago a Ana para acompanhar. Ela ama a profissão policial militar por conta do pai, que este ano está de plantão e não virá desfilar mas, ainda assim, o amor à Pátria se faz presente”, cele- brou a pedagoga. A cadência da banda demúsica composta pelo Exército Brasileiro, PolíciaMilitar e Corpo de Bombei- ros orientou a passagem dos mais de três mil militares que formaram a tropa representativa à pé e com viaturas, além da Legião Estran- geira Francesa, como sinal da pro- ximidade e cooperação para a segurança na fronteira franco-bra- sileira. “O desfile foi um absoluto su- cesso, realizado sem intercorrên- cias e com todo o efetivo previsto presente para essa demonstração de união, patriotismo e orgulho transmitidos à sociedade”, desta- cou o coordenador do evento, co- ronel Rafael Freires. Se apresentaram no Sambó- dromo a Marinha e Exército Bra- sileiros, as polícias Militar (PM), Penal (PP) e Científica (PC), Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Grupo Tático Aéreo (GTA), Veteranos, as Escolas de Gestão CompartilhadaMilitar, Es- coteiros do Mar “Marcílio Dias”, Serviço de AtendimentoMóvel de Urgência (Samu) e associações civis. Independência do Brasil Em 7 de setembro de 1822, o Brasil rompeu os laços coloniais com Portugal e declarou sua inde- pendência. Omarco histórico des- perta civismo entre os brasileiros, especialmente durante os desfiles das forças de segurança pública, onde as apresentações emocio- nam o público, celebram o senti- mento patriótico e reforçam o espírito de união nacional. ■ ‘O AMOR À PÁTRIA E À POLÍCIA MILITAR’, DESTACA ESPECTADORA AO LEVAR FILHA PARA ASSISTIR O DESFILE DE 7 DE SETEMBRO “Sou muito grata por todo o cuidado com a minha filha. Quando descobrimos o glaucoma, ficamos muito preocupados, mas encontrar uma equipe preparada e poder fazer o tratamento aqui no Amapá nos trouxe muita esperança”. THALIA GARCIA Mãe PREBEN NASCIMENTO Coordenador de planejamento da Sesa “É importante porque a gente passa a entender melhor como funciona a regulação e como podemos acompanhar cada solicitação. Isso ajuda a organizar a fila e fazer com que o paciente seja atendido de acordo com a necessidade dele”. “A cachoeira ao lado, o turismo vibrando na nossa frente, e nós, invisíveis e abandonados. Decidi continuar a luta do meu pai, e hoje reunimos 26 cooperadas (80% da comunidade). Oferecemos restaurante, conquistamos o 3º lugar no concurso da Abrasel em Macapá com nosso pudim de castanha e firmamos parceria com a agência Vale Jari para impulsionar o turismo local”. FRASES DA SEMANA PATRÍCIA FARIAS Presidente da cooperativa “Quando a gente unifica a fila, consegue ter uma fila mais humanizada e justa, com critérios definidos e acompanhamento. Isso permite que o Estado tenha controle e, principalmente, que o usuário tenha um acesso mais organizado aos serviços de saúde”. RINALDO MARTINS Sec. de Estado da Saúde “Nós temos uma situação crítica de homicídios, de violência doméstica e em todas as áreas. Precisamos realmente de políticas mais severas, não necessariamente em relação ao endurecimento, porque se fosse assim já teríamos resolvido, né? Nós precisamos realmente de encontrar saídas, e buscar em outros estados que tenham resultados positivos, o que nós não podemos fazer de melhor”. JUÍZA JÔ Canditada ao Senado FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa NOTA 1
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