Diário do Amapá - 03/10/2026
| NOTA 10 | DIÁRIO DO AMAPÁ SÁBADO | 03 DE OUTUBRO DE 2026 14 ■ Batalha da Arte destaca cultura hip hop FESTIVAL QUEBRAMAR Criada em 8 de setembro de 2022, a Batalha da Arte completou três anos de trajetória com o propósito de fortalecer as batalhas de MCs no estado. Omovimento começou a partir de uma edição de Natal: “A batalha da arte iniciou com uma edição, que foi a edição de natal, que não tinha nome, que não tinha nada, nenhuma referência. E a batalha cresceu a partir dessa edição, onde a gente construiu uma batalha compremiações e que levou o trabalho a ser construído damelhor forma”, relembra Psy, um dos fundadores da bata- lha. Aproposta da batalha está diretamente ligada à ocupação dos espaços públicos e à aproximação comos territórios periféricos. “Ogrande intuito da Batalha da arte comas batalhas de rima é atingir o público da pe- riferia. Normalmente a gente tá fazendo as batalhas nas praças, próximas às periferias”, relata. A circulação por diferentes espaços também amplia o público alcançado pela Batalha daArte. Para o fundador, levar a ati- vidade para regiões centrais e para eventos como o Quebramar possibilita o encontro com pessoas de diferentes realidades so- ciais. “A gente atinge outras classes sociais, quando a gente vai para o centro, quando a gente vai fazer uma batalha no festival como o Quebramar”, afirma. Dos territórios periféricos ao palco do Quebramar 2026 Foi nesse contexto que a Batalha da Arte chegou à abertura do festival. Para o fundador, ocupar a programação do Que- bramar representa tambémuma oportuni- dade de apresentar o hip hop para públicos que ainda carregam estigmas sobre as ba- talhas de MCs. “ABatalha da Arte abrindo o festival de hoje é tão importante para a gente mostrar como a batalha deMC funciona e para que- brar todos os estigmas que ela se encontra. As batalhas de MC são vistas de formas marginalizadas, onde é só preto, onde é só droga e não somos só isso, a batalha é uma cultura que faz parte do elementoda cultura hip hop, onde tem cor, tem raça e temuma classe social imensa que vem da periferia e as pessoas precisamentender isso. E abrir o festival hoje é tão importante paramostrar- mos nossos talentos, as nossas rimas e os artistas que temos no nosso estado e no Brasil, quando se fala de batalha de MCs”, conclui Psy. ■ ● P oesia, música, incentivo à lei- tura e formação marcam a tra- jetória dos Poetas Azuis desde 2012, quando o grupo foi fundado pelos poetas Pedro Stkls e iago Soeiro. Para celebrar os 15 anos, que serão completados em2027, osAzuis iniciam, agora emoutubro, uma série de comemorações. No dia 10 de ou- tubro, o espetáculo poético “O que ficou azul” dá início às ações come- morativas. A apresentação é gratuita e acontece a partir das 20h, noPalácio daCulturaMestre Jansen–Conselho Estadual de Política Cultural. O grupo está planejando diversas ações para acontecer até outubro de 2027. Entre elas está este espetáculo poético, comrecortes dememórias e convidados especiais. Com vagas li- mitadas, a produção do show é da Duas Telas Produtora Cultural. “Agora, no dia 10 de outubro, ce- lebramos 14 anos da primeira vez que pisamos no palco. Mas pensar que vamos chegar aos 15 anos em 2027 nos dá um enorme orgulho e, por isso, resolvemos começar, a partir de agora, a celebração pela chegada dos 15 anos”, explica o poeta iago Soeiro. O show marca esse início, mas o grupo também planeja publicações, documentário e ações formativas, comoficinas de escrita criativa e poe- sia falada, até a culminância na grande comemoração coma Festa da Poesia, que deve acontecer em outu- bro do ano que vem. “Carregamos em nossa história diversos espetáculos, recitais, viagens, trocas de experiências com autores do Amapá e de diversas partes do Brasil, além da nossa atuação nas redes sociais, que funciona como um ponto de leitura na internet desde 2014. Por tudo isso, precisamos cele- brar a palavra”, afirma o poeta Pedro Stkls. O que ficou azul Em O que ficou azul, Pedro e iago transformamanos de trajetó- ria emmatéria para um recital sobre memória, permanência e afeto. Entre poemas, canções, objetos e histórias, os dois revisitam fragmentos do ca- minho percorrido, não para recons- truir o passado, mas para descobrir aquilo que resistiu ao tempo. A dire- ção geral é de Jó Sales. ■ APRESENTAÇÃO GRATUITA FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa NOTA 1 POETAS AZUIS INICIA CELEBRAÇÕES PELOS 15 ANOS COM ESPETÁCULO POÉTICO “O tema, de ampla relevância para a sociedade brasileira, será debatido com responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas. O Senado reafirma seu compromisso com o diálogo e com a construção de soluções que considerem os trabalhadores, o setor produtivo e o desenvolvimento econômico e social do país”. DAVI ALCOLUMBRE Presidente do Senado PEDRO STKLS Poeta “Carregamos em nossa história diversos espetáculos, recitais, viagens, trocas de experiências com autores do Amapá e de diversas partes do Brasil, além da nossa atuação nas redes sociais, que funciona como um ponto de leitura na internet desde 2014. Por tudo isso, precisamos celebrar a palavra”. “Os três equipamentos vão reforçar a estrutura de diagnóstico por imagem da nossa rede de saúde, além de ampliar a capacidade de diagnóstico, garantindo mais agilidade, precisão e segurança no atendimento aos pacientes”. FRASES DA SEMANA RINALDO MARTINS secretário estadual de saúde “Caso as expectativas se confirmem nas próximas fases de avaliação, a Petrobras estará consolidando uma nova e promissora fronteira exploratória na Margem Equatorial brasileira, nos moldes do que foi o desenvolvimento do Pré-Sal.” MAGDA CHAMBRIARD Presidente da Petrobras “Agora, no dia 10 de outubro, celebramos 14 anos da primeira vez que pisamos no palco. Mas pensar que vamos chegar aos 15 anos em 2027 nos dá um enorme orgulho e, por isso, resolvemos começar, a partir de agora, a celebração pela chegada dos 15 anos”. THIAGO SOEIRO Poeta
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