Diário do Amapá - 28/04/2026
| NOTA 10 | DIÁRIO DO AMAPÁ TERÇA-FEIRA | 28 DE ABRIL DE 2026 14 Amapá disputa prêmio inédito de redes sociais em Santa Catarina PRÊMIO SOCIAL MEDIA GOV O Governo do Amapá foi indi- cado na categoria Inclusão e Di- versidade da 4ª edição do Prêmio Social Media Gov, considerada a principal premiação de redes sociais do setor pú- blico no Brasil. O evento acontece nesta terça-feira, 28, em Florianópolis, Santa Catarina. Ao todo, a premiação reúne 12 ca- tegorias, com a participação de diver- sas instituições públicas de todo o país, entre elas governos estaduais, Governo Federal, assembleias legislativas, tribu- nais de contas e tribunais de justiça. A indicação do Amapá ocorreu com o vídeo da atleta Wanna Brito, produ- zido em parceria entre a Secretaria de Estado da Comunicação (Secom), a Se- cretaria de Desporto e Lazer e a pró- pria atleta. Esta é a primeira vez que o Governo do Estado é finalista no prê- mio. O reconhecimento acompanha o crescimento da presença digital do Es- tado nos últimos anos. No ranking na- cional do Social Media Gov entre governos estaduais, o Amapá ocupava a 6ª colocação em 2023, subiu para o 3º lugar em 2024 e alcançou a 2ª posição em 2025, ficando atrás apenas do Go- verno do Paraná. Representando a Secretaria de Es- tado da Comunicação (Secom), partici- pam da cerimônia a secretária adjunta Jackeline Carvalho e o coordenador de redes sociais João Paulo Pessoa. ■ “Essa máquina chega em uma hora muito importante. Agora a gente consegue conservar melhor o leite”. KELSON VAZ Diretor-presidente do Rurap TOINHO GARIMPEIRO Prefeito de Calçoene “Esse asfalto que chegou não é apenas uma obra de engenharia, é a realização de um sonho antigo da nossa gente, que sofria com a lama no inverno e a poeira no verão. Graças à nossa parceria sólida com o Governo do Estado, estamos transformando a nossa cidade”. “Essa licença garante segurança jurídica para os garimpeiros trabalharem e respeito ao meio ambiente. Estamos provando que o desenvolvimento sustentável se faz assim, com diálogo e legalidade, transformando a nossa riqueza mineral em qualidade de vida”. FRASES DA SEMANA CLÉCIO LUÍS Governador do Amapá “Depois de muita espera, de conversas e luta retomamos o processo que temos acompanhado desde o início. O povo estava esperando e agora chegou o momento de mais amapaenses terem seu direto garantido”. FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa NOTA 1 RANDOLFE RODRIGUES Senador pelo Amapá ● A literatura infantojuvenil ganha protagonismo como instrumento de educação an- tirracista no Amapá com o lança- mento do livro ‘Yana, a menina de tranças’, da escritora Laura do Ma- rabaixo. A obra será apresentada ao pú- blico na próxima quinta-feira, 30, às 19h, no Sesc Centro, em Ma- capá, dentro da programação do 1º Encontro Histórias que encantam e educam: A Literatura Infantoju- venil Produzida no Amapá, reali- zado pela Editora O Zezeu em parceria com o Sesc Amapá. O evento também contará com o lançamento do livro As Três Ma- rias Encantadas de Tartarugalzi- nho, do escritor Marven Junius Franklin, reunindo autores que vêm fortalecendo a produção lite- rária local voltada às novas gera- ções. A iniciativa celebra o Mês da Li- teratura Infantil e propõe um pano- rama da produção infantojuvenil amapaense, destacando o papel desse gênero na formação crítica, identitária e cultural de crianças e adolescentes. Representatividade e resistência desde a infância Em Yana, a menina de tranças, o público acompanha a história de uma menina negra do Amapá que carrega, com orgulho, suas tranças — símbolos de ancestralidade, identidade e resistência. Entre brincadeiras no bairro e vivências escolares, Yana enfrenta situações de preconceito, transformando epi- sódios de discriminação em apren- dizado coletivo sobre respeito e diversidade. A narrativa evidencia a impor- tância da valorização da cultura afro-brasileira desde cedo, ao mesmo tempo em que combate es- tereótipos ainda presentes no coti- diano escolar. Com ilustrações de Ozy Rodrigues, a obra dialoga com crianças e adultos ao abordar, de forma sensível e didática, questões raciais urgentes. “Escrever Yana foi uma forma de afirmar que nossas crianças ne- gras precisam se ver como protago- nistas de suas próprias histórias. As tranças carregammemória, identi- dade e resistência. Quando uma criança entende isso, ela se forta- lece. E quando outras crianças aprendem a respeitar, a gente co- meça a transformar o futuro”, des- taca Laura do Marabaixo. ■ LIVRO INFANTOJUVENIL AMAPAENSE TRANSFORMA NARRATIVA EM FERRAMENTA DE COMBATE AO RACISMO “Eu me preocupei com o gado por causa da água grande e pedi para trazer para cá, para a terra do meu pai, para socorrer os animais. Quando resolvi voltar, ele disse que não queria mais trabalhar com gado e quis me vender a fazenda. A gente negociou e eu fiquei”. MANOEL GÓES Pecuarista LITERATURA
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