Diário do Amapá - 12/05/2026
CIDADES TERÇA-FEIRA | 12 DE MAIO DE 2026 | CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ Curso é voltado para fortalecimento das três principais áreas de atuação da categoria: tributação, arrecadação e fiscalização. ■ ● Concursados da Receita têm aula inaugural no Palácio do Setentrião A Secretaria Esta- dual de Mineração (Semin) tem entre as suas principais incum- bências, no momento, tra- tar com a empresa norte- americana KaMin sobre a possibilidade do uso do Porto de Santana para ex- portação de caulim e ou- tros produtos derivados do aditivo mineral existente na região do Jari, no sul do Amapá. A KaMin adquiriu participação majoritária da Cadam S.A, responsável pela exploração de caulim na Mina Morro do Felipe, no município de Vitória do Jari. As negociações entre o governo do estado e a empresa ampliaria a atividade ex- portadora da KaMin e beneficiaria o Amapá, através da cadeia tributária. No programa LuizMeloEntrevista (Diário FM 90,9), o secretário de mineração, Mamede Barbosa, informou que a empresa norte-americana faz ex- , 9 Empresa norte-americana, nova majoritária da Cadam S.A., faz tratativas com a Semin; vantagem do estado na transação seria tributária ■ No programa ‘LuizMeloEntrevista’ (Diário FM 90,9), o secretário de mineração, Mamede Barbosa, informou que a empresa norte- americana faz exportações, no momento, em seu porto no rio Jari com calado de quatro a oito metros. O Porto de Santana, por sua vez, com 11,85m de calado, é capaz de operar com navios de até 65 mil toneladas. DOUGLAS LIMA EDITOR Trecho do texto A KaMin adquiriu participação majoritária da Cadam S.A, responsável pela exploração de caulim na Mina Morro do Felipe, no município de Vitória do Jari. As negociações entre o governo do estado e a empresa ampliaria a atividade exportadora da KaMin e beneficiaria o Amapá, através da cadeia tributária. NEGOCIAÇÕES portações, no momento, em seu porto no rio Jari com calado de quatro a oito metros. O Porto de Santana, por sua vez, com 11,85m de calado, é capaz de operar com navios de até 65 mil toneladas. Caso venha a utilizar o Porto de Santana, ressaltou o secretário Mamede Barbosa, a KaMin vai ampliar a escala na exportação que faz para os Estados Unidos e a Europa, e o Amapá, por outro lado, será beneficiado com cobrança de impostos. ■ AMAPÁ E KAMIN ARTICULAM PROVÁVEL EXPORTAÇÃO DE CAULIM PELO PORTO DE SANTANA
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