Diário do Amapá - 16/07/2026
CIDADES QUINTA-FEIRA | 16 DE JULHO DE 2026 10 |CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa O Governo do Amapá exe- cuta serviços de urbaniza- ção e paisagismo na área externa da Fortaleza de São José, em Macapá. A obra, coordenada pela Secretaria de Estado da In- fraestrutura (Seinf ), prevê a im- plantação de 2,2 mil metros quadrados de calçamento e 3 mil metros quadrados de grama natu- ral. A intervenção também contem- pla a instalação de piso tátil dire- cional, rampas de acessibilidade e serviços de drenagem superficial, sistema responsável por captar e escoar a água da chuva sobre o solo. Após a conclusão dos servi- ços, o espaço oferecerá melhores condições de circulação para pe- destres e veículos, além de propor- cionar um ambiente mais organizado, acessível e seguro. O projeto de restauro da Forta- leza de São José conta com apoio técnico e financeiro do Banco Na- cional de Desenvolvimento Econô- mico e Social (BNDES), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Ministério da Cultura, por meio Basda Lei Rouanet, com execução da APPA Cultura e Patrimônio. ■ AVANÇOS E m entrevista ao programa Ponto de Encontro (Diá- rio FM 90,9) desta terça-feira, 14, o presidente da Agência de Desenvolvimento do Amapá, Wanden- berg Pitaluga Filho, destacou, entre outros pontos de in- teresse de sua pasta, que o estado vive uma era de “destravamentos” econômicos e que, entre outros desdo- bramentos, atrai o investimento estrangeiro. Segundo Pitaluga, o Amapá vive um ciclo de desen- volvimento que pode ser visto dentro e fora do Brasil. “Dá orgulho de ver, são várias matrizes ao mesmo tempo. A Agência faz um trabalho na reestruturação de políticas de atração de investimentos. Um projeto que remete à continuidade e à construção do que está por vir”, afirmou. Ao falar de setores em destaque, Wandenberg previu que a retomada da mineração nos municípios de Pedra Branca e Serra do Navio empregará mais de mil pessoas e que as atividades devem começar a partir de setembro. “Não tem nada travado na mineração. Estamos con- duzindo um licenciamento ambiental junto à Sema. A Agência entende a complexidade e estamos lidando de forma profissional e séria, dentro da legalidade”, afirmou Pitaluga. Durante a entrevista, Wandenberg lembrou que houve o acordo de compensação ambiental para Pedra Branca, quando R$ 10 milhões foram pagos ao município para que a operação de mineração fosse reativada. Além disso, falou da importância das ferrovias para o trans- porte dos minérios. ■ ENTREVISTA O diretor- presidente do Instituto de Terras do Estado do Amapá (Amapá Terras), Jorge Rafael, em con- versa no programa LuizMeloEntrevista (Diário FM 90,9) desta quarta-feira, 15, contou sobre o papel social do instituto e os avanços realizados em sete anos de criação. “Hoje faz exatamente sete anos. O objetivo era restaurar a política fundiária, separando a política fundiária da polí- tica ambiental, que era o modelo anterior, o modelo do Ins- tituto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Territorial”, detalhou. Ele explicou que a separação foi necessária por questões de transparência e segurança jurídicas, além de terem pa- péis distintos. E que a partir daí o foco foi na regularização fundiária, principalmente no esforço da transferência das terras da União para o estado. “Nós não éramos um estado, de fato, como proprietário de nossas terras, fomos um estado de direito criados, mas sempre como posseiros do nosso próprio território. Então a gente tinha uma política fundiária que, na verdade, não funcionava na prática, porque nós não tínhamos o domínio do território”, disse ele. ■ Amapá está na mira de investidores estrangeiros, diz Pitaluga GOVERNO REALIZA SERVIÇOS DE URBANIZAÇÃO E PAISAGISMO EM FRENTE À FORTALEZA DE SÃO JOSÉ OBRA A ANP celebrou dois novos acordos de cooperação técnica e operacional, dessa vez com os Procons do Acre e do Amapá. Os extratos dos acordos foram publicados em 14 de julho, no Diário Oficial da União. O foco é a fiscalização de agentes econômicos que atuam no transporte, revenda e comercialização de derivados do petróleo e biocombustíveis. Os acordos preveem a atuação conjunta entre os órgãos para a repressão de condutas violadoras da legislação relativa ao setor. Os termos incluem também coleta de preços de combustíveis praticados por revendedores e ações visando à educação e à orien- tação quanto ao respeito às normas da ANP e à legislação em vigor no exercício dessas atividades. As parcerias compreendem ainda o georreferenciamento (registro da localização geográfica de agentes eco- nômicos), com objetivo de contextualização espacial e atualização do cadastro de empresas junto à ANP. Isso aumenta a confiabilidade sobre os dados das empresas do setor de combustíveis, contribuindo para a segurança do abastecimento, bem como para o planejamento das ações de fiscalização. A partir da celebração dos acordos, serão operacionalizados os respectivos planos de trabalho com a siste- mática de cooperação técnica e operacional entre os órgãos, visando à fiscalização do mercado de combustíveis nos estados. As parcerias estabelecem que os Procons do Acre e do Amapá poderão fiscalizar essas atividades em seus respectivos estados, em nome da ANP, através de seus quadros de pessoal capacitados pela Agência e mediante ordens de serviço por ela emitida. ■ COMBUSTÍVEL ANP firma acordo com os Procons do Acre e do Amapá para fiscalização do abastecimento nos estados Amapá Terras completa sete anos de criação
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