Diário do Amapá - 16/07/2026

CIDADES QUINTA-FEIRA | 16 DE JULHO DE 2026 | CIDADES | DIÁRIO DO AMAPÁ Reativação da mineração, ferrovias e óleo e gás impulsionam economia e atraem capital inter- nacional. ■ ● Amapá está na mira de investidores estrangeiros, diz Pitaluga O promotor de jus- tiça do Meio Am- biente, Marcelo Moreira, reuniu-se com re- presentantes de órgãos am- bientais e de segurança para apurar a mortandade de três botos cor-de-rosa no distrito de Ariri, zona rural deMacapá. A reunião ocor- reu na segunda-feira (13), na Promotoria de Meio Ambiente, quando foi deliberado, em conjunto, que serão realizadas ações de educação ambiental na área. Presentes na reunião, os representantes da Dele- gacia doMeio Ambiente (Dema), Batalhão Ambiental da Polícia Militar e Polícia Cientí6ca do Estado do Amapá (PCA). A informação a respeito da violência que resultou na morte das espécies foi de uma moradora do distrito, que chamou autoridades policiais, que cons- , 9 Promotor Marcelo Moreira reforçou a necessidade de ações urgentes por se tratar de animais em risco de extinção e que estão em seu habitat natural ■ A informação a respeito da violência que resultou na morte das espécies foi de uma moradora do distrito, que chamou autoridades policiais, que constataram o crime ambiental, porém a autoria não foi identificada. O promotor Marcelo Moreira reforçou a necessidade de ações urgentes por se tratar de animais em risco de extinção e que estão em seu habitat natural. Marcelo Moreira Promotor “Todos têm que estar juntos nesta causa, denunciar a pesca e violência contra esta espécie representativa da Amazônia brasileira, para que sejam preservados. Eles não fazem mal aos seres humanos, não são inimigos dos pescadores e ajudam a manter o equilíbrio ambiental. Não podem ser vítimas destes crimes bárbaros e de consequências cíclicas no processo de extinção de espécies na região” ALERTA tataram o crime ambiental, porém a autoria não foi identi6cada. O promotor MarceloMoreira reforçou a necessidade de ações urgentes por se tratar de animais em risco de extinção e que estão em seu ha- bitat natural. Como deliberação, o promotor vai o6ciar o Mi- nistério da Pesca, Colônia de Pescadores, Associação de Moradores do Ariri e Instituto de Pesquisas Cientí6cas e Tecnológicas do Amapá (Iepa) para que sejam levantadas informações sobre pesca e uso do habitat do boto-cor-de-rosa na região, com objetivo de estruturar ação de educação ambiental entre moradores, proprietários de balneários e ve- ranistas. “Todos têmque estar juntos nesta causa, denunciar a pesca e violência contra esta espécie representativa da Amazônia brasileira, para que sejampreservados. Eles não fazem mal aos seres humanos, não são ini- migos dos pescadores e ajudam a manter o equilíbrio ambiental. Não podem ser vítimas destes crimes bárbaros e de consequências cíclicas no processo de extinção de espécies na região”, disse o promotor. ■ MORTE DE BOTOS COR-DE-ROSA NO ARIRI PREOCUPA MP-AP

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