Diário do Amapá - 31/07/2026

A taxa de desemprego no segundo trimestre ficou em 5,4%, atin- gindo o menor nível já regis- trado desde 2012, quando começa a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. O resultado representa queda em relação ao primeiro trimestre do ano (6,1%) e na comparação com o mesmo período de 2025, quando estava em 5,8%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre, o Brasil atingiu o número de 103,1 milhões de pessoas ocupadas, cerca de 1,081 mi- lhão a mais que no primeiro trimestre. Esse patamar é o maior já registrado em qualquer período da Pnad. Já o número de desocupados era de 5,9 milhões, o que representa 10% (718 mil pessoas) a menos que no pri- meiro trimestre. Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres, os grupamentos que se destacaram na criação de vagas foram: - Transporte, armazenagem e cor- reio: +3,9% (mais 235 mil pessoas) - Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde hu- mana e serviços sociais: +2,6% (mais 489 mil pessoas) A Pnad mostra que no período de três meses de abril a junho, o país tinha 39,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada – o maior de toda a pesquisa do IBGE - e 13,6 mi- lhões sem carteira. A taxa de informalidade - propor- ção de trabalhadores informais na po- pulação ocupada - foi de 37,4% no se- gundo trimestre. O rendimento médio do trabalha- dor brasileiro ficou em R$ 3.738, o maior já registrado para um segundo trimestre. No entanto, fica abaixo do apurado no primeiro trimestre de 2026. (R$ 3.765). ■ DESEMPREGO NO 2º TRIMESTRE É 5,4%, O MENOR JÁ REGISTRADO NO PERÍODO RENDIMENTO V Foto/ Bruno Peres/Agência Brasil ECONOMIA | ECONOMIA | DIÁRIO DO AMAPÁ 7 SEXTA-FEIRA | 31 DE JULHO DE 2026

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