Diário do Amapá - 05 e 06/07/2026
DAS CONVENÇÕES ÀS URNAS: A TRÊS MESES DAS ELEIÇÕES, SAIBA O QUE ACONTECE ATÉ A VOTAÇÃO EM OUTUBRO E m outubro, eleitores vão es- colher presidente, governa- dores, senadores, deputados estaduais, federais e distritais. A três meses da votação, a corrida eleitoral terá etapas decisivas: as convenções partidárias, registro de candidaturas e campanha nas ruas, no rádio, TV e internet. ➡ As convenções, entre julho e agosto, marcam o momento em que os partidos oficializam seus candidatos e alianças com outras legendas e federações. Os nomes definidos serão leva- dos para umregistro formal na Jus- tiça Eleitoral, em agosto. O proce- dimentopermite avaliar se opolítico preenche os requisitos para con- correr. Ainda nestemês, a disputa elei- toral estará nas ruas, com o início da divulgação das campanhas, que devemseguir as regras da legislação eleitoral. Alémdopresidente e do vice-presidente, os eleitores vão escolher 27 governadores e 27 vice-governadores, 513 deputados fe- derais, 54 senadores (o equivalente a dois terços doSenado), 1.035deputados estaduais e 24 deputados distritais. O primeiro turno será no dia 4 de ou- tubro. Se houver, o segundo turno para cargos majoritários, como presidente e go- vernador, ocorrerá em 25 de outubro. Veja abaixo as principais datas até o fim do processo. Das convenções às urnas Até a votação, estas datas são funda- mentais para a definição da disputa eleito- ral: Convenções partidá- rias: a escolha oficial dos candidatos ocorre entre 20 de julho e 5 de agosto. Nesse pe- ríodo, os partidos realizam con- venções para definir os nomes que vão disputar os cargos em outu- bro. Registro de candidatos: até o dia 15 de agosto, os partidos de- vem registrar na Justiça Eleitoral os nomes escolhidos para a disputa. Os pedidos passam por análise judicial, que verifica se os candi- datos cumpremos requisitos legais para concorrer. Propaganda eleitoral: a cam- panha começa no dia 16 de agosto, após o fimdo prazo de registro de candidaturas. A regra vale para ações nas ruas e na internet. No rádio e na TV, a propaganda tem início 35 dias antes da antevéspera da eleição. Pedidos de voto antes desse período são irregulares e podem gerar multas. Turnos de votação: o pri- meiro turno será em4 de outubro, quando os eleitores escolhem presidente, governa- dores, senadores e deputados. Se houver, o segundo turno para cargos majoritários, como presidente e governador, ocorrerá em 25 de outubro. ■ ELIÇÕES 2026 Convenções para oficializar candidaturas começam em julho. Campanha nas ruas começa após o registro de quem vai concorrer aos cargos, em agosto. POLÍTICA |POLÍTICA | DIÁRIO DO AMAPÁ DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA | 05 E 06 DE JULHO DE 2026 FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa 10 U m filme pra pensar, esta é a definição da nova grande obra cinematográfica de StevenSpielberg, Dia D, obra que já está dando no que falar no mundo todo. Dia D não é um filme para sentir medo, pavor, e muito menos para despertar insegurança e ansiedade em nossos corações, muito pelo contrário! Seu final “cutuca” o espectador a aprender a ouvir: ESCUTE! Portanto, sabedoria é fundamentalmente saber ou- vir! Dia D é uma obra para profunda reflexão diante daquilo que é inteligentemente extremamente extraor- dinário. Algomuito, masmuito alémdas tolas vaidades, absurdos e aberrações humanas. Dia D é uma obra que exorta a razão universal, o amor, o elevado conhecimentomental psíquico, a com- paixão, a solidariedade, e começa exatamente eviden- ciando o contrário de tão nobres sentimentos huma- nos: Poder, controle, manipulação! O grande dilema deste fantástico filme reside exa- tamente naquilo que ufólogos vemfalando, comentando e escrevendo a muito tempo: Os famosos arquivos secretos sobre ovnis e seus tripulantes por décadas escondidos por governos, prin- cipalmente, pelo governo dos Estados Unidos da Amé- rica. Quantas pessoas que tiveramcontatos de primeiro, segundo e terceiro graus com naves espaciais e seres inteligentes já não foram ridicularizadas, perseguidas e taxadas de loucas por um sistema cruel, desumano e supremacista? E agora, inesperadamente, após décadas parado, o projeto de conquista da Lua é retomado pelos ameri- canos. Porque será? Desde quando o americanoNeil Armstrong desceu do módulo Águia e pisou em solo lunar, em 1.969, que não se ouvia falar em custosos e ambiciosos projetos de conquista da Lua. Até hoje não se sabe ao certo quais foramosmotivos reais que levaram o governo americano a abandonar por décadas o projeto de conquista da Lua. Lembro, quando criança, da grande intenção dos americanos emconstruir uma base lunar emnosso satélite natural. Isso era amplamente divulgado nos meios de comuni- cação nas revistas Manchete, Veja e IstoÉ. Passado tempos, revelações aos poucos surgem, vindas de nada mais e nada menos dos próprios astro- nautas, quase todos relatando terem tido contatos com naves espaciais providas de alta tecnologia, tecnologia totalmente desconhecida da engenharia humana. Seria a Lua uma espécie de espaço de descanso para naves espaciais vindas de outros planetas? Seria o nosso satélite natural uma espécie de base alienígena? Astronautas da Apolo 11 assim como da Apolo 13 relataram terem sido acompanhados e observados por naves extraterrestres que do nada surgiam e do nada desapareciam. Seria todo este histórico acervo, aliado ao testemunho de milhares e milhares de pessoas, militares, oficiais, astronautas, puro delírio coletivo? Não seria o mesmo que tentar soterrar o histórico testemunho cabal que de muito existe vida inteligente no espaço, vidas e tecnologias muito alémda nossa tão pequena compreensão humana? PENSO, EVIDENTEMENTE, QUEDESDEOCO- MEÇODASERASNUNCAESTIVEMOSSOZINHOS NOUNIVERSO! ■ E-mail: grandearquitetoap@hotmail.com WELLINGTONSILVA Jornalista e Historiador Dia D, nunca estivemos sozinhos! V Foto/ Lula Marques/Agência Brasil
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