Diário do Amapá - 04 e 05/10/2026

DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA | 04 E 05 DE OUTUBRO DE 2026 13 | GERAL | DIÁRIO DO AMAPÁ FALECOMAREDAÇÃO E-mail: diario-ap@uol.com.br site: www.diariodoamapa.com twitter: @diariodoamapa Instagram: @diariodoamapa GERAL V Foto/ Imagem gerada por inteligência artificial / Catraca Livre A primeira diferença pode surgir antes de a pessoa completar uma piscina: a respiração precisa en- contrar o ritmo das braçadas, enquanto a água sustenta parte do peso do corpo. Comprática regular, a natação pode melhorar condicionamento cardiorres- piratório, resistênciamuscular e disposição. Ela também pode ser uma atividade prazerosa, comefeitos positivos sobre o bem-estar. Nenhumdesses resultados depende de uma volta milagrosa ou substitui avaliação de sintomas. O que muda no coração, nos pulmões e na mente temrelação com intensidade, frequência, técnica e com o ponto de partida de quem entra na água. O que o coração faz durante a natação? Ao nadar emritmomo- derado, músculos ativos demandammais oxigênio, e o sistema cardiovascular aumenta o fluxo de san- gue para atendê-los. Com treinos regulares, o con- dicionamento aeróbico pode melhorar. O efeito não significa que o cora- ção fique imune a doen- ças, nemque uma pessoa precise começar fazendo séries intensas. AOrganizaçãoMun- dial da Saúde recomenda que adultos acumulem, emgeral, pelomenos 150 minutos semanais de ati- vidade aeróbicamoderada ou 75minutos vigorosos, além de fortalecimento muscular em dias da se- mana. A natação pode contribuir para essameta; caminhada e outras ati- vidades também. A re- gularidade importa mais do que escolher umamo- dalidade supostamente perfeita. A intensidade pode ser estimada pela ca- pacidade de conversar entre as voltas, pela frequência cardíacaquandoamedida for apropriada epelapercepção de esforço. Pausas não anulam o treino; permitem ajustar a carga. Aprender a técnica antes de aumentar a velocidade reduz a chance de transformar umexercício prazeroso numa sequência de movimentos tensos. Por que respirar na água parece tão diferente? O rosto passa parte do tempo submerso, e a pessoa coordena expiração dentro da água com inspiração quando emerge. Essa habilidade pode melhorar a efi- ciência técnica e diminuir a sensação de desorganização respiratória durante o treino. Não é prova de que a ca- pacidade pulmonar de todos aumentará da mesma forma ou de que respirar comdificuldade seja um sinal de progresso. ■ O que acontece no corpo de quem pratica natação? Especialistas explicam CONDICIONAMENTO N Ao nadar em ritmo moderado, músculos ativos demandam mais oxigênio, e o sistema cardiovascular aumenta o fluxo de sangue para atendê-los. Treinos Trecho Do Texto A campanha #FazAXepa chega às redes sociais de restaurantes, empresas e às feiras e mercados com o objetivo de reduzir o desperdício de ali- mentos e transformar a forma como as pessoas percebem os alimentos que estão fora dos padrões estéticos, por causa de desafios logísticos ou falhas operacionais. A iniciativa do programa Brasil Sem Desperdício, uma cooperação das organizações sociais WWF-Brasil e o Waste & Resources Action Programme (Wrap), chama a atenção para a disparidade entre o desperdício de 30% do que é produzido pelo Brasil e a existência de 55 milhões de brasileiras e brasileiros, que vivem algum nível de insegurança alimentar, segundo dados do IBGE. “A iniciativa parte da compreensão de que o des- perdício não acontece apenas por falta de planejamento, mas também por padrões culturais que nos levam a rejeitar alimentos perfeitamente próprios para consumo por questões estéticas ou pela ideia equivocada de abundância”, destaca Luiza Soares, líder do programa Brasil Sem Desperdício. Para aproximar o conceito do dia a dia das pessoas, a campanha faz uso do termo xepa, aplicado às sobras do fim da feira, para propor uma mudança de com- portamento em que o que está fora de padrão ganha o valor de ingrediente fundamental na alimentação e nos negócios de todo o país. Ao longo de todo o mês de outubro, marcado pelo Dia Mundial da Alimentação, dia 16, a campanha terá ações com a atriz Laila Zaid e a chef Bel Coelho em feiras e restaurantes populares para debater o assunto. Também serão veiculados nas redes sociais do pro- grama das empresas parceiras vídeos com entrevistas, declarações e receitas com alimentos maduros, rejei- tados, fora do padrão estético ou próximos do descar- te. De acordo com Luiza Soares, a expectativa é esti- mular uma reflexão coletiva sobre a forma como atri- buímos valor aos alimentos e incentivar mudanças concretas de comportamento. “Queremos que mais pessoas passem a enxergar o aproveitamento dos alimentos como uma prática sim- ples, possível e desejável”, diz. Para os organizadores da campanha, além da segu- rança alimentar, o desperdício de alimento também significa desperdício de recursos naturais e energéticos empregados na produção e descarte, que causam im- pactos ambientais e climáticos. ■ CAMPANHA BUSCA ENGAJAMENTO PARA REDUZIR DESPERDÍCIO DE ALIMENTO Esposa de Lito Sousa diz que doença que o matou é 'mais rápida e avassaladora do que imaginam' A empresária Mila Seidl afirmou na tarde de sexta-feira, 2, que a doença que acometeu seumarido, Lito Sousa, era 'mais avassaladora e agressiva' do que as pessoas pensam. A declaração foi concedida em coletiva de imprensa realizada no Museu Aeroespacial Paulista, onde também foi o velório do influencer. Lito morreu em decorrência de complicações geradas pela doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição neurológica rara, degenerativa e sem cura. Questionada sobre os últimos dias do especialista em aviões, Mila Seild expressou surpresa com o avanço da doença. "Eu acho que todo mundo conseguiu já pesquisar um pouco sobre, mas ela não é, nem de longe, o que se lê sobre ela. Não chega perto. Então, é uma doença assim avassaladora, emdias ela muda todo o cenário. Então, para a gente foi muito dif ícil, muito dif ícil mesmo". Sobre a parte cognitiva de Lito Sousa, ela afirmou que, emdeterminado momento, passou a ser uma incógnita até para os médicos. "A gente não tem como garantir, porque ele parou de falar e, então, a gente parou de ter esse termômetro, mas a gente acredita que sim, né? A gente acredita que sim, o que é raro". Por causa do agravamento da doença, Mila afirma que teve várias con- versas com Lito Sousa nos últimos dias de vida. Entretanto, a despedida final ela considera uma "piscadela" que recebeu do influenciador. "Quando percebi, eu falei: 'Vá em paz, a gente vai ficar aqui, a gente vai dar conta'. Ele não tinha medo da morte, ele não tinha medo de nada, ele era uma pessoa muito, muito racional, muito... muito calma. Além de ser muito inteligente, ele tinha uma inteligência emocional fora do comum". ■ DESPEDIDA V Foto/ Rafa Neddermeyer/Agência Brasil V Foto/ Repórter Adrielle Farias ■ A resistência da água aumenta o esforço durante os movimentos ■ Mila Seild, esposa de Lito Sousa e sócia do youtuber ■ A iniciativa do programa Brasil Sem Desperdício, uma cooperação das organizações sociais WWF-Brasil e o Waste & Resources Action Programme (Wrap) Iniciativa é do programa Brasil Sem Desperdício #FAZAXEPA

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