

sexta-feira chegou tumultuando o ambiente pelo
Baenão. Tudo porque omeia Eduardo Ramos con-
versou com o presidente Manoel Ribeiro e reve-
lou que não jogará mais pelo Clube do Remo. Porém,
o meia foi mais além e acionou a justiça contra o Leão
azul alegando a falta de pagamento de salários atrasa-
dos desde 2014. O jogador cobra mais de R$ 3 milhões
do Remo.
Em seu contrato com o Leão, do dia 2 de janeiro de
2014 a 30 de dezembro de 2015, o meia exige o paga-
mento de R$ 100 mil de luvas e salário atrasado de um
mês e meio, no valor de R$ 75 mil.
Já no segundo contrato, do dia 5 de janeiro de 2016
a 30 de novembro de 2017, ele cobra salário atrasado
de julho a dezembro de 2016, no valor de R$ 318 mil.
Alémdomais cobra a diferença de salário quandodefen-
dia o SantoAndré-SPnovalorde R$36mil. Salário atra-
sado de março e abril deste ano, no valor de R$ 103
mil. Luvas no valor de R$ 50 mil. Além do mais inte-
gração do direito de imagemno contrato de trabalho, ver-
bas rescisórias e dano moral pelo atraso de salário.
A audiência entre Eduardo Ramose Clube do Remo
já tem data. Está marcada para o dia 30 de maio, na sede
da 8ª região do TRT-PA.
/
Escola Desportiva Peixinhos Voa-
dores, projetoexecutadopeloGover-
no do Estado do Amapá (GEA), por
meiodaPolícia MilitardoAmapá(PM-AP),
comemora 15 anos de atividades prestadas
à sociedade, atendendo crianças e adoles-
centesdebaixa renda emnúcleosnosmuni-
cípiosde Macapá,Santana eMazagão.Nes-
se sábado, 29, um evento em alusão ao ani-
versáriocontemplouapresentaçãodosatuais
alunos e homenagens a autoridades e ex-
alunos que contribuíram para o desenvol-
vimentodas atividadesdeesporte, na moda-
lidade natação e cidadania.
O evento começou às 16h, no Quartel
do ComandoGeral daPM-AP. Na ocasião,
os 670alunosatualmentematriculados nes-
ste núcleo fez uma apresentação no entor-
no edentrodapiscina, recebendomedalhas
alusivas ao aniversário. Autoridades e
demais colaboradores diretos e indiretos
para com o projeto foram homenageados,
assim como dez ex-alunos que, segundo o
fundador e coordenador geral do projeto,
Sebastião Mota, servem de inspiração para
os alunos de hoje por estarem bem encami-
nhadosnavidae cumprindocomoseupapel
social, atuando em profissões como peda-
gogia e advocacia, por exemplo.
“Procuramos, nodecorrer de todos esses
anos,trabalhara disciplina,ainclusão; temos
umcompromissosocial,formandocidadãos
deboaconduta, preparando-lhesparaofutu-
ro e agregando, ainda, a qualidade de vida
no âmbito físico e psicológico por meio do
esporte”, destacou Sebastião Mota, com-
plementando que cerca de 16 mil alunos já
passaram pelo Peixinhos Voadores nos três
municípios em que o projeto é executado.
Alzemir Serrão, de 21 anos, frequentou
o projeto de 2002 a 2011; foi um dos pri-
meiros alunoseparticipoudediversascom-
petições a partir do projeto. Formou-se
recentemente em administração e sente-se
lisonjeado por ser um dos antigos alunos
que receberão homenagens durante a pro-
gramação. “É uma honra dizer que fiz par-
te desse projeto que me ensinou não só a
aperfeiçoar a natação, mas também a saber
trabalhar em equipe e ter uma conduta res-
peitosa com todas as pessoas”, declarou.
Anualmente, sãoatendidos,somenteno
núcleo Macapá, mais de 1.200 crianças e
adolescentes de baixa renda, que estejam
frequentando regularmente a escola, com
idade entre 04 e 17 anos. As aulas aconte-
cem no contra turno escolar, de duas a três
vezes por semana.
Luciana Cavalcante tem um filho de 7
anos frequentando o projeto. Ela conta que
sãonotórios,dentroe forade casa, osbene-
fíciosnavidadele.“Alémdoesporte que eu
queria que ele aprendesse, ele já começa a
apresentar melhoras quanto a saber lidar
comasemoções,principalmentesobre saber
ganhar e perder”, pontuou.
Edir Gama temdoisfilhosmatriculados
no Peixinhos Voadores. O pai conta que os
meninos manifestaram vontade em partici-
par após receber boas referências dos ami-
gos. Gama tem, no projeto, uma mão ami-
ga para o crescimento pessoal dos filhos.
“O projetoé excelentee nos auxilia naedu-
cação de nossos filhos. Percebemos a
mudançade posturanoconvíviocomoutras
pessoas e, principalmente, dentro de casa”,
destacou.
RobertoAlmeida, por sua vez, matricu-
lou a filha de 13 anos por conta do excesso
de ansiedade que ela apresentava. O espor-
te, além de contribuir para o aprendizado
de cunho social, tem auxiliado na manu-
tenção da saúde da menina. “Minha filha
sofria de ansiedade e a natação contribuiu
para reverter esse quadro. Ela participou
recentemente de uma competição onde
ganhoucincomedalhas,sendoduasdeouro.
Está entusiasmada e satisfeita com as ativi-
dades”, finalizou.
/
/